quinta-feira, 3 de novembro de 2022

A NATO Está Agora à Beira de Uma Derrota Catastrófica na Ucrânia

 

Eu tenho dito e repetido neste blogue desde o início do conflito na Ucrânia, que tal conflito acabaria por redundar numa humilhação catastrófica para a NATO, tanto no plano militar, como no plano geopolítico. Ora, tudo aquilo que se tem passado na Ucrânia nas últimas semanas, não apenas confirma e reforça esta minha opinião baseada em factos empíricos sólidos, como aponta também no sentido de a possibilidade de uma guerra convencional directa entre a Rússia e a NATO, ser agora consideravelmente maior do que alguma vez foi. Esta guerra, se vier mesmo a tornar-se realidade, vai igualmente redundar inevitavelmente numa derrota para a NATO, que como eu também já expliquei neste blogue inúmeras vezes, não passa de um "tigre de papel" em termos militares

Os analistas e "generais" da NATO, que todo o santo dia opinam asneiras nas televisões e nos jornais do sistema e que nos garantem a todos que "a NATO é muito mais forte do que a Rússia", precisam de voltar à escola e aprender como é que se combate uma guerra a sério e acima de tudo, como é que se combate uma guerra contra um País que tem um sofisticado sistema integrado de defesa anti-aérea em profundidade, como é o caso da Federação Russa, que só por si garante que em caso de conflito aberto, a aviação da NATO vai acabar a ser triturada e a sofrer baixas a um nível nunca antes sentido por nenhuma força aérea da NATO. A Rússia não é o Iraque de Saddam Hussein, nem a Líbia de Muammar Gaddafi, onde pastores iletrados eram recrutados, muito mal treinados e de seguida, colocados a operar tanques e a fazer outras tarefas militares exigentes, para as quais não estavam minimamente habilitados ou preparados. A Rússia, pelo contrário, possui umas Forças Armadas modernas, com equipamento moderno e muito bem municiado e acima de tudo, operado por militares excelentemente bem treinados, motivados e educados. Eu creio que muita gente na NATO, parece ainda não ter conseguido compreender este dado essencial.

Recordo que há apenas dois dias os ucranianos dispararam 24 mísseis HIMARS contra as forças russas na região de Kherson e destes 24 mísseis, 21 foram interceptados com sucesso pelas defesas anti-aéreas da Rússia, sendo que os restantes três desviaram-se do seu trajecto, devido a algum provável erro mecânico ou informático e acabaram por se despenhar. Este episódio demonstra que a Rússia possui hoje uma capacidade fenomenal e testada, para conseguir interceptar e neutralizar toda a espécie de aviões, mísseis e rockets avançados, sendo que não existe mais nenhum País do Mundo que possua tal capacidade a este nível de sofisticação. A China está próxima da Rússia neste campo, mas ainda lhe falta dar mais alguns passos importantes para atingir o mesmo grau e capacidade em termos de defesa anti-aérea.

O armamento da NATO tem tido em termos gerais um desempenho miserável na Ucrânia e à medida que pouco a pouco esta dolorosa realidade começa a ficar aparente em Washington, torna-se também cada vez mais claro que com a vitória político-militar na Ucrânia, virá também uma grande vitória tecnológica para a Rússia, que está a reconquistar novamente o seu legítimo lugar como campeã da ciência, da engenharia, da mecânica e da tecnologia no concerto das nações. Isto também é o resultado directo de os vários governos do Presidente Putin, terem sempre feito um pesado investimento na educação de qualidade na Rússia a todos os níveis, ao contrário dos países ocidentais, onde a escola e as universidades foram reduzidas a meros centros de propaganda de ideias e ideologias lunáticas. O Ocidente e as suas elites apócrifas, vai pagar um preço pesadíssimo por tudo aquilo que têm feito aos seus sistemas de ensino nas últimas três décadas. Porventura, não é certamente ao acaso que nas competições internacionais de matemática e ciência, os alunos oriundos da Ásia e da Rússia, por norma, "arrumam a um canto" os alunos dos EUA e da UE. Parece que a tal "superioridade ocidental", afinal de contas, está mesmo a entrar pelo cano adentro...

A verdade que nenhum político ou jornal do Ocidente neste momento ousa admitir, é que as Forças Armadas da Ucrânia eram a 23 de Fevereiro de 2022 as maiores e melhores que a NATO tinha ao seu dispor. Numa campanha de oito meses, a Federação Russa conseguiu não apenas infligir baixas horrendas a esta força da NATO, como conseguiu garantir também que os constantes fornecimentos de armas e munições aos ucranianos, pudessem de alguma forma impedir a Rússia de atingir os objectivos a que se propôs na Ucrânia, que recordo, eram e continuam a ser a desnazificação e desmilitarização total do território em causa, até à fronteira da Polónia.

As Forças Armadas da Federação Russa, em conjunto com o Grupo Wagner e as milícias de Donetsk e Lugansk, até agora foram responsáveis pela destruição de cerca de 6000 tanques e veículos blindados de transporte de pessoal, muitos dos quais doados pelo Ocidente à Ucrânia. Na prática, o que isto significa é que os paióis de armas oriundos da antiga URSS, estão agora esgotados na Europa e daqui para a frente, a única forma que os países da NATO têm de manter o Exército Ucraniano - ou aquilo que resta do mesmo - em combate, é doando equipamento directamente retirado dos seus arsenais e reservas de guerra, que como sabemos, no caso da NATO estão ao nível do miserável, ao ponto de recentemente ter sido noticiado, que a Alemanha apenas possui munições para dois dias de conflito de alta intensidade. Dois dias!

Perante a destruição e o pesadelo que a Rússia tem infligido às Forças Armadas da Ucrânia, é mais do que óbvio que o motivo pelo qual a NATO nunca entregou tanques mais modernos à Ucrânia, como os Leopard alemães ou os Abrams americanos, é porque o Pentágono sabe que esses mesmos tanques iriam acabar por ser destruídos pela Rússia, com praticamente a mesma facilidade com que foram destruídos os tanques ucranianos de origem soviética. Um Leopard ou um Abrams podem, de facto, ser mais modernos e possuir sistemas electrónicos e informáticos superiores a um T-64 ou T-80, porém, se um míssil anti-tanque do Grupo Wagner, ou uma munição de um T-72 russo modernizado, acertar num desses tanques da NATO, o resultado com um grau de 90% de probabilidade vai ser a sua destruição completa. Ora, todos sabemos que nem o complexo militar-industrial americano, nem o Pentágono, podem tolerar os danos que iria provocar na sua reputação, as imagens de dezenas ou centenas de tanques Abrams destruídos e reduzidos a sucata fumegante na Ucrânia. Por este motivo, principalmente, é que os EUA não fornecem os seus tanques mais modernos a Kiev. 

Em boa verdade, os ianques estão totalmente desesperados para esconder do Mundo a sua fraqueza e vulnerabilidade em termos militares e quanto mais os mesmos se envolvem na Ucrânia, fornecendo equipamento e munições de todo o tipo, mais esta fraqueza e vulnerabilidade se torna aparente e cada vez mais impossível de esconder.

Não é possível saber exactamente até quando é que os ucranianos e o regime neonazi em Kiev vão continuar a aguentar, no entanto, com o fim quase total dos fornecimentos maciços de armas e munições do Ocidente à Ucrânia, a par da destruição em curso da rede eléctrica nacional , é de crer que a Ucrânia está neste momento já à beira do colapso e isto significa por extensão, que a NATO e os anglo-sionistas estão também à beira de uma derrota catastrófica na Ucrânia. 

A vitória total da Rússia nesta guerra, será não apenas uma excelente notícia para Moscovo, Pequim e Teerão, mas para todo o Mundo, incluindo os vários povos da Europa, que precisam de se livrar da NATO e das garras dos psicopatas da UE e do Deep State americano, com a maior urgência possível.

2 comentários:

  1. Em 48 horas as Forças Armadas da Federação da Rússia destroem a OTAN; rezemos para que isso aconteça o mais rápido possível.

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  2. Então Aries, tanto tempo sem novas sobre o que se passa na Ucrânia/Rússia? Espero/esperemos que não seja devido a algum problema de saúde. Os seus leitores ficarão à espera...

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