sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Algumas Reflexões Sobre o Estado da Nação e as Autárquicas


Não sei se será de algo na alimentação, no clima, ou se simplesmente o fenómeno será antes de origem genética, mas começo a ficar convencido de que uma larga parte da população portuguesa - possivelmente 50% - sofre de graves distúrbios do foro psiquiátrico ou é mesmo atrasada mental, a roçar no esquizofrénico/bipolar/mongolóide.

Os argumentos que tenho ouvido nas últimas semanas a propósito das eleições autárquicas. As figuras tristes a que tenho assistido. Os discursos parolos e dignos de gente analfabeta. O grau de ignorância e estupidez demonstrado por largas camadas da população. A "borreguice" cega e obediente. A espertalhice saloia e as "teorias de feira". Tudo. Tudo. Mas tudo mesmo, o que se está a passar hoje em Portugal, é revelador de um País que não só não tem futuro à vista, como está também mentalmente castrado e consequentemente, não tem virtualmente qualquer hipótese de sair da sarjeta em que está atolado.

Querem provas? Há dias um velho conhecido meu, disse-me que nas últimas presidenciais votou no André Ventura. Agora, porém, essa mesma pessoa, faz parte da Comissão de Honra de uma lista do Partido Socialista, que está a concorrer às autárquicas e provavelmente vai ganhar as mesmas com maioria absoluta. 

A insanidade em Portugal parece não ter limites e raia mesmo na esquizofrenia generalizada.  

Pessoalmente, não nego que já me senti frustrado a ponto de me passar pela cabeça fazer as malas em definitivo, abandonar Portugal, queimar o Passaporte e o Cartão de Cidadão, e nunca, mas nunca mais, nunca mais mesmo, voltar a pisar solo português ou ter qualquer espécie de relação com Portugal!

Adiante...

Gostei de ler o artigo que José Manuel Fernandes publicou hoje no Observador:

https://observador.pt/opiniao/umas-eleicoes-para-travar-os-excessos-de-costa/

José Manuel Fernandes tem razão quando afirma que é preciso urgentemente travar e fazer recuar, a infiltração do Partido Socialista no aparelho de Estado. Infelizmente, tal tarefa afigura-se dolorosamente difícil, se tivermos em conta que o grau de atraso e de estupidez pura e dura, por parte da maioria da população portuguesa, é só por si impeditivo de qualquer espécie de avanço no sentido de derrotar o Partido Socialista e em última análise, o próprio regime que há 47 anos domina Portugal. 

Segundo um estudo da OCDE, cerca de 18% dos portugueses sofrem de doenças mentais. Isto é grave. Um País onde quase um quarto da população sofre de doenças mentais, não é um País. É um asilo de lunáticos.

Por tudo isto e muito mais que ficou por dizer, eu não espero qualquer espécie de mudança no próximo dia 26 de Setembro. Pelo contrário, a única coisa que espero e prevejo, é que o estado geral do País continue a agravar-se em todos os aspectos. A dívida vai continuar a aumentar. A corrupção vai continuar a galopar descontrolada. A economia vai continuar moribunda e subsídiodependente. Os pobres vão continuar pobres e provavelmente, vão ser ainda mais pobres, ao passo que os ricos, esses, vão continuar a aumentar as suas fortunas escandalosas, tudo com a bênção do Partido Socialista, da maçonaria corrupta e claro, do Marcelo das selfies.

Enfim... não é preciso ser-se muito inteligente para se perceber que Portugal está acabado. Isto é um triste fado, mas é o fado que temos.

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