quarta-feira, 26 de maio de 2021

Israel Não Tem, Nem Pode Ter Qualquer Direito a Existir


O Saker, como já é hábito, corta a direito e vai directamente ao coração da besta:

«The sad and disgusting reality about the Zionist entity is truly coming out, seeping under the propaganda walls of the Empire, and slowly but inevitably resulting in a common reaction of outrage and utter disgust for what is nothing else but the last officially racist country on the planet, the only country with an open air concentration camp it surrounds on all sides, the only country which truly, openly and sincerely does not give a damn about international law or about the lives of non-Jews (while calling their own lives sacred, of course!). This is a state which constantly repeats the mantra about the supposedly “sacred” blood of Jews while, at the same time, committing a slow motion (but very real) genocide of the Palestinian people while using non-stop terrorist attacks against any country daring to defy the order of the latest, and hopefully last, wannabe “superior race” in human history. This is also why the “crime of crimes” for politically correct and successfully brainwashed people is to declare that Israel has no right to exist. This is such a major crimethink that I want to conclude by committing it right now and asking others to join me in this “crimethink”!

Israel has no right to exist whatsoever first and foremost because it is an artificial creation of West European imperialist powers. Second, it is a country which has always engaged in atrocities and massive violations of international laws and norms. Instead, Israel is based on a racist ideology which is, for all practical purpose, indistinguishable from Hitler’s Nazi ideology (both National Socialism and Zionism have the same roots in both time, space and culture, both being products of European secularism and nationalism). For these reasons, Israel, and the Zionist ideology which supports it, are both a clear and present danger for international peace and stability (for details on Zionism as an ideology and its toxicity, please see here). Furthermore, the only possibly way for the Palestinian people to ever recover their land and their rights under international law is for the Zionist “regime occupying Jerusalem must vanish from the page of time” (to quote the often mistranslated sentence by Ayatollah Komenei). By the way, this awareness also presupposes a clear understanding that the so-called “Two State Solution” (2SS) is an impossibility. Yes, I know, the 2SS is currently the only one under international law, but that is hardly surprising since the state of Israel was created with not only many of the trappings of “being an internationally recognized state” but also with the shameful complicity of the country which won WWII. There is one thing which Israel has in common with the so-called “Republic of Kosovo”: they will be the very first to be liberated as soon as the AngloZionist Empire finally crashes visibly (of course, it has already crashed, hence the many disastrous outcomes for the USA and Israel on the international scene, but that is still denied officially in Zone A and,of course, by the AngloZionist propaganda and those who pay attention to it.

In truth, there is only one true “solution” to this war: the so-called “One State Solution”, meaning that those who live in this land will get to choose their leaders and lifestyles according to the old “one person, one vote” principle. All other “solutions” simply perpetuate the current genocide!

As for those Jews who still want an ethnically pure state of Israel, they can either grow up and get real, or they can choose to colonize some other planet. As long as they don’t persecute local lifeforms, that might work. But if they do this will all happen again, over and over.»

Israel é um Estado, o único Estado hoje no Mundo, que faz do genocídio uma política oficial. Desde que foi fundado em 1948, o Estado Sionista tem-se dedicado a uma política gradual de limpeza étnica da população autóctone da Palestina e desestabilização dos seus vizinhos árabes, tudo com o objectivo, nunca confessado, de criar o "Greater Israel". Quem tiver dúvidas sobre isto, só precisa de estudar o Plano Oded Yinon que está lá tudo. 

Aquilo que vimos acontecer na Síria nos últimos dez anos, está inteiramente de acordo com o que está traçado no Plano Oded Yinon. Os sionistas pretendiam fazer uso do autodenominado "Estado Islâmico", que foi criado pela Mossad e pela CIA, principalmente, para destruir o regime de Bashar al-Assad e o Hezbollah no Líbano. Israel teria então a desculpa perfeita para invadir e anexar partes do território da Síria e o Sul do Líbano, alegando razões de "segurança". Pelo caminho, os sírios e libaneses que tivessem o azar de se atravessar à frente dos planos diabólicos dos sionistas, fossem eles cristãos ou muçulmanos, seriam pura e simplesmente exterminados ou teriam de passar a viver em campos de refugiados.

Quem travou esta loucura foi primordialmente a coragem e resistência das Forças Armadas da Síria, em conjunto com o Hezbollah, a Rússia de Putin e o Irão, que desde o primeiro momento prestou assistência financeira e militar tanto ao Hezbollah, como ao regime de Bashar al-Assad. É preciso não esquecer que a intervenção militar russa na Síria, só começou em 2015 e ficou muito a dever ao General Qasem Soleimani, que foi quem convenceu Putin a intervir militarmente no conflito. Durante quatro longos e tenebrosos anos, as Forças Armadas da Síria e o Hezbollah, tiveram de combater praticamente sozinhos, contra uma coligação de grupos terroristas wahhabitas - onde se destacava o Daesh - que recebiam apoio financeiro, militar e até mesmo "inteligência", directamente dos EUA/NATO e Israel. Isto não é coisa de somenos.

Que ninguém tenha a mais pequena dúvida de que o Sionismo constitui uma ameaça existencial, não apenas para os palestinianos, sírios e libaneses, mas para toda a Humanidade. É precisamente devido a este factor que Israel não tem, nem pode ter qualquer direito a existir e defender a existência do Estado de Israel, é tão inaceitável como defender a existência de uma Alemanha Nacional-Socialista. Digo até mais: o Estado de Israel e o Sionismo são hoje, de longe, o maior perigo e a maior ameaça que a Cristandade enfrenta. Não se compreende, portanto, o silêncio do Papa Francisco e do Vaticano em relação a tudo isto, a não ser, é claro, que o Papa Francisco e o Vaticano, já tenham sido completamente cooptados pelas forças satânicas que estão a empurrar todo este "xadrez" maquiavélico...

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