quarta-feira, 21 de abril de 2021

Mark Dankof, o Sionismo e a Nova Ordem Mundial


O pastor Mark Dankof continua a acertar em cheio no alvo, como sempre:

«Tehran Times: How do you assess Israeli sabotage operation on the Natanz nuclear facility?  What are the reasons and motives?

Mark Dankof: Israel simply wants a monopoly on nuclear weaponry in the Middle East, to continue its pursuit of Eretz Yisrael (Greater Israel) from the Tigris to the Euphrates Rivers. Its history of terrorism, land theft, and quest for the establishment of a World Government based in Jerusalem and enforced by a Zionist controlled global banking system and enabled by its puppets in the Zionist Occupied Governments (ZOG) of the United States specifically and the Western World generally. This demonic agenda involves the need for an unchecked nuclear monopoly in the Middle East and one not under the scrutiny of the Non Proliferation Treaty (NPF) as Iran is.

The Natanz sabotage is only the latest criminal action directed by Israel against Iran within its own borders, and with the full support of the United States and the West. The United Nations is absolutely powerless to enforce any semblance of international law where all of this is concerned. The Zionist State is a law unto itself, protected by Zionist Occupied Governments in the West in full alliance with Zionist Occupied Media Consortiums who spin the false narratives Israel wants, and gets, with impunity.

Tehran Times: What is Israel’s history in sabotage operations and assassinations of scientists and political figures ?

Mark Dankof: Israel’s history of terrorism goes back to its inception with the Deir Yassin massacre, the bombing of the King David Hotel, and the assassination of Count Bernadotte.

In the case of Iran, the involvement of Israel in the assassinations of Iranian nuclear scientists, and acts of terror in Tehran, Balochistan Province, Khuzestan Province, and Iranian Azerbaijan is a matter of record. So are Sabra and Shatila in 1982, the ongoing murders of Palestinians, the atrocities in Gaza, and all of the illegal military operations and support of terrorist acts directed against Lebanon, Libya, and Assad’s Syria, among others.

But what is most incredible is the record of Israeli acts of subversion, espionage and terror directed against the United States, its chief supporter. Look at the record: The Lavon Affair; the Ben Gurion-Meyer Lansky link to the Kennedy Assassination in Dallas over Dimona; the USS Library attack in June of 1967; the NUMEC nuclear materials thefts in Apollo, Pennsylvania; the PROMIS Affair; the Pollard, Ben-Ami, and AIPAC spy cases; the Israeli role with Saudi Arabia in 9-11; and the Mossad connection to the Epstein-Maxwell sex trafficking ring used to blackmail American and Western politicians.

And yet the American public still doesn’t get it: Iran isn’t their enemy. Assad isn’t their enemy; Putin and Russia aren’t their enemy; the Palestinians aren’t their enemy. Israel and the Zionist Occupied Government they have are their enemies.

Tehran Times: Don’t you think Israel with this behavior has turned into the most dangerous regime in the Middle East? How could the countries in the Middle East deal with this problem?

Mark Dankof: Iran is a model for the proper Resistance Model to apply in self-defense against the Zionist Beast:

Oppose the deliberate cultural subversion of sovereign people by Zionist utilization of sexual perversion, pornography, and abortion on demand to weaken moral will and impose demographic winter upon those nations Israel and Zionism consider their primary opponents.

Strengthen one’s national defense, intelligence capabilities, and domestic security apparatuses.

Most importantly, enter into alliances with those whose military strength is feared by Israel and its Western enablers. I’m referring principally to Putin and Russia, along with the Chinese, who understand that opposition to the Beast is also based in working toward the de-dollarization of indigenous economies and the larger global economy. The undermining of the American dollar as the reserve currency of the globe will work hand-in-glove with the national debt of the United States and its military over-extensions to end the global aspirations of the Zio-American-Anglo Empire.»

Tivesse a Igreja Católica pastores como Mark Dankof e o Irmão Nathanael, em lugar de marionetas do Sionismo Internacional, como é claramente o caso do Papa Francisco e de certeza absoluta que a Igreja de Roma não estaria a enfrentar a crise que actualmente enfrenta. Os vendilhões do Templo que Jesus em tempos expulsou, estão hoje de volta e ocupam os lugares cimeiros na Igreja Católica, que está transformada numa correia de transmissão dos interesses anglo-sionistas e do projecto satânico da Nova Ordem Mundial.

Os judeus sionistas que hoje, arrogantemente, se querem assumir como sendo os "verdadeiros judeus", não passam de um bando de impostores que seguem um credo genocida inventado por rabinos sedentos de vingança contra Jesus e o Cristianismo. O Judaísmo que é hoje praticado em Israel, é um Judaísmo que nada tem a ver com o Judaísmo do Antigo Testamento. Na verdade, pode-se mesmo dizer que o Judaísmo contemporâneo é um Anti-Judaísmo. Os verdadeiros judeus, esses, já se diluíram há muito no seio de outras populações e acabaram na sua maioria por se converter ao Cristianismo ou ao Islão. Os ditos "judeus" que hoje ocupam a Palestina, foram "judeus" batidos por rabinos nas estepes da Ucrânia, da Polónia e da Rússia. Esta gente nada tem em comum com os judeus do Antigo Testamento. Nem sequer a língua que falam é a mesma língua que era falada pelos judeus bíblicos. 

Não resta qualquer margem para duvidar de que o Estado de Israel hoje e desde a sua fundação pelos Rothschild, não é mais do que uma entidade dedicada ao terrorismo de Estado organizado a nível internacional. A elite sionista que está por detrás de Israel, tem como objectivo, no longo prazo, a criação de um Governo Mundial sediado em Jerusalém. A prossecução deste objectivo implica, necessariamente, a destruição das nações e a consequente submissão de todos os goyim à todo-poderosa elite sionista. 

Ora, acontece que o plano absolutamente diabólico acima exposto, começou a encontrar uma resistência organizada muito mais forte e capaz e com a qual a elite sionista não esperava, nem contava. Para começar, o plano para desmantelar e por fim, destruir por completo a Rússia, foi brutalmente interrompido por um agente do KGB que dá pelo nome de Putin. De forma espectacular e em estilo blitzkrieg, Vladimir Putin conseguiu em pouco mais de uma década não apenas salvar a Rússia da destruição total, mas transformar também as Forças Armadas da Federação Russa numa força de combate capaz de travar e derrotar militarmente a NATO no campo de batalha. Compreendem agora o ódio delirante que o jornalixo do sistema destila diariamente contra Putin e a Federação Russa, que passaram a ser uma espécie de encarnação do mal na Terra?

Por outro lado, a emergência da China no plano internacional como uma grande potência económica e militar que é mesmo já superior aos EUA em muitas áreas, veio desestabilizar todos os planos traçados. A elite sionista julgava que podia manter a China na "mó de baixo" e que os chineses não seriam capazes de reconfigurar o Marxismo, transformando o mesmo numa ideologia ferozmente nacionalista e patriótica, que encosta a um canto a maioria dos ditos "nacionalistas" que pululam hoje pela Europa fora e que, de resto, na sua maioria não passam de oposição controlada ao sistema vigente. Portanto, que ninguém tenha dúvidas: a República Popular da China, gostem ou não dela, é um dos pilares essenciais da resistência internacional organizada aos planos sionistas. Nunca como hoje, o Mundo teve tanta falta de uma China forte, livre e independente. Esta é, felizmente, a China que Xi Jinping e muitos patriotas chineses estão a construir e os verdadeiros patriotas que ainda restam no Ocidente devem de recenhecer estes factos e estender a mão à China, em lugar de a hostilizar. A China é uma aliada e um parceiro essencial na luta titânica em curso contra o Império Anglo-Sionista.

Por fim, temos o Irão que lidera com tremendo sucesso o Eixo da Resistência no Médio Oriente e que constitui a terceira grande força de resistência aos planos diabólicos dos sionistas. Menosprezada do ponto de vista militar, os anglo-sionistas nunca julgaram que a República Islâmica do Irão fosse capaz de colocar em pé toda uma organização internacional armada de resistência ao Sionismo Intrnacional. O corajoso Hezbollah tem aqui claramente um lugar de destaque merecido, mas há mais. Muito mais. Desde o Líbano ao Iraque, passando pelo Iémen, o Irão criou toda uma rede de milícias e grupos armados que gradualmente estão a deitar por terra o infame Plano Oded Yinon com que os sionistas pretendiam dividir e destruir o Médio Oriente, para mais tarde o conquistar. O facto é que o Irão em 42 anos de Revolução Islâmica, conseguiu demonstrar perante o Mundo que os seus líderes são homens que verdadeiramente zelam pelo seu País e que muito ao contrário do último Xá da Pérsia, deposto em 1979, não são meros sabujos corruptos de nenhuma potência estrangeira. Já agora, se não sabem, ficam também a saber que muitos cristãos do Médio Oriente, hoje, devem a sua vida ao Irão e aos vários grupos armados apoiados pelo Irão que são, de longe, os que mais se têm sacrificado para combater e derrotar os terroristas wahabitas apoiados principalmente pela Arábia Saudita, os EUA/NATO e o Estado de Israel.

Estas são, em síntese, as três grandes forças políticas, militares e económicas que hoje resistem à Nova Ordem Mundial e aos desígnios malignos de Satanás. O resto, como sempre, fica nas mãos de Deus.

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