quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Jurista Paulo Gonçalves - Aprenda Shô João Tilly

 
O João Tilly pode dar as voltas que ele quiser, que nunca vai conseguir tirar o "laranjinha" ingénuo que tem dentro de si. De resto, parece-me ser um bom homem e acredito que também será um bom professor de matemática.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Estas São as Imagens "Proibidas" dos Combatentes do Hezbollah na Síria

 
Soldados do Hezbollah prestam continência a uma imagem sagrada, numa Igreja que acabaram de libertar das mãos dos gangues de terroristas do ELS e do "Estado Islâmico", que os EUA/NATO/UE e Israel apoiam. Ainda não perceberam quem é que são realmente os verdadeiros terroristas nesta história?...
 

Como eu já expliquei e demonstrei aqui, o Hezbollah é um dos maiores defensores e protectores das comunidades cristãs no Médio Oriente contemporâneo. Ademais, o Hezbollah, também é o mais poderoso grupo armado de resistência anti-sionista, que existe hoje em actividade no Mundo. Estes dois factores, indubitavelmente, transformaram o Hezbollah num movimento profundamente odiado pela elite anglo-sionista, que controla quase por completo as estruturas de poder no Ocidente e por isso mesmo, o público ocidental, na sua larga maioria, não tem a mínima noção daquilo que realmente se tem passado no Médio Oriente ao longo da última década.

Porém, a verdade é como o azeite e acaba sempre por vir ao de cima...

As fotografias que hoje deixo aqui e que peço a todos que as façam circular ao máximo nas redes sociais, são as imagens "proibidas" que o Estado de Israel e os criminosos governos terroristas da NATO, não querem que os ocidentais vejam, pois são precisamente este tipo de imagens "chocantes", que podem levar a que os ocidentais comecem a pensar de forma "diferente" e a fazer perguntas muito incómodas para o sistema, perguntas estas, que poderão mesmo eventualmente, colocar em causa toda a estrutura de poder sionista que tomou conta do Ocidente.

A elite sionista e os seus lacaios, fogem da verdade, como o Diabo foge da cruz... Não há nada que aterrorize mais a elite sionista, do que a verdade pura e simples, daí a censura frenética que vemos nas redes sociais, daí a perseguição fanática a quem se atreve a contrariar a narrativa oficial. O receio de que os povos do Ocidente possam vir a tomar conhecimento da verdade, é de longe aquilo de que a elite sionista tem mais pavor.

Vejam então por vós quem são realmente e o que fazem os homens, que a UE e os EUA designam oficialmente de "terroristas". Garanto-vos a todos a 200% que nenhum jornal, revista ou estação de televisão no Ocidente, alguma vez mostrará ao público estas imagens. E já agora, seria interessante confrontar o senhor André Ventura -  esse grande amigo de Israel e do Sionismo Internacional - com estas imagens, colando-lhe as mesmas nas fuças e perguntando ao mesmo o que é que ele tem a dizer sobre isto?:

 
O soldado Mujahid Basil Tamaz do Hezbollah, segura uma imagem da Virgem Maria numa Igreja que tinha acabado de libertar ao "Estado Islâmico". Posteriormente e não muito tempo depois de tirar esta fotografia, o soldado Mujahid Basil Tamaz foi martirizado em combate contra o "Estado Islâmico". Os cristãos da Síria, irão estar-lhe eternamente gratos pelo seu sacrifício. Que Allāh o acolha em toda a sua glória e com todas as honras que são mais do que merecidas. 


Um soldado do Hezbollah presta continência a uma estátua de Jesus Cristo na região de Qalamoun, na Síria.
 

Um soldado do Hezbollah presta continência à estátua da Virgem Maria, em Yabroud na Síria. Esta fotografia foi tirada no rescaldo imediato da vitória do Hezbollah, sobre os terroristas apoiados pelo Ocidente, que ocupavam o distrito de Yabroud.
 

Mais outro soldado do Hezbollah a prestar continência a uma imagem da Virgem Maria, desta vez dentro de uma Igreja que ficou sob a protecção do Hezbollah, que com muito sangue, suor e sacrifício, tem conseguido garantir a segurança de milhares de cristãos na Síria e a protecção de um património histórico-religioso de valor incalculável. Entretanto, a Guarda Suíça do Papa Francisco, come bife do lombo no Vaticano e vive no maior dos confortos, sabendo que não vai ter de se esforçar ou fazer quaisquer sacrifícios em prol da defesa da Cristandade no Média Oriente.


 

Por favor mostrem estas imagens a quem puderem e façam as mesmas circular. O Mundo, principalmente os cristãos de todo o Mundo, precisam de saber aquilo que realmente se tem passado na Síria e não só. No fim, estou certo de que a verdade triunfará.

domingo, 24 de outubro de 2021

A Política de Terra Queimada de Joe Biden

 
Isto é o que acontece quando uma Nação se deixa tomar por políticos ao serviço de interesses obscuros e gente sinistra. Em Portugal, vamos pelo mesmo caminho e o resultado será o mesmo que nos EUA e será repetido por todo o Ocidente, que se encontra sob ocupação sionista: colapso civilizacional em larga escala e falência "progressiva" de todas as instituições, que gradualmente têm sido infiltradas e capturadas por agentes sionistas.

Enquanto não houver um partido ou político no Ocidente, que tenha a coragem de "chamar os bois pelos nomes" e dizer abertamente que o problema, o maior de todos os nossos problemas, são precisamente os sionistas e o sionismo, o Ocidente não irá sair do ciclo de morte em que actualmente se encontra desesperadamente a cair. Os venturinhas, salvinis, bolsonetes, trumpetes e le pens deste Mundo, bem que podem continuar a ladrar que são "anti-sistema" e blá, blá, blá, que na prática, nada irá alterar enquanto não houver políticos que denunciem a cabala sionista e os traidores e assassinos que estão por detrás da mesma. E sim, isto implica necessariamente dizer alto e bom som que o Estado terrorista de Israel não tem, nem pode ter qualquer direito a existir. Ponto final.

 

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Os Cristãos da Síria Agradecem ao Hezbollah

 
Eis algumas imagens e declarações, da parte da comunidade cristã da Síria, que nunca verão a passar numa CNN, Fox News, BBC ou outro qualquer órgão de comunicação ocidental, dedicado à propaganda e desinformação sionista 24/7. 

O facto de o Hezbollah ser hoje um dos principais pilares da defesa e protecção da Cristandade no Médio Oriente, é totalmente ignorado pela esmagadora maioria dos media do sistema, que têm graves responsabilidades na construção da narrativa odiosa, difamatória, mentirosa e assassina, que tem alimentando a Guerra Contra a Síria desde 2011. 

Os verdadeiros terroristas não são o Presidente Bashar al-Assad, nem o Hezbollah, mas sim, os EUA/NATO/UE, cujos líderes não passam de lacaios do poder sionista internacional.

Que fique bem claro que nunca houve, nem há, nenhuma "guerra civil" na Síria. Bem pelo contrário, tudo aquilo que se passou desde 2011 na Síria, foi uma acção concertada por parte do Império Anglo-Sionista, com o objectivo de destruir a Síria e em consequência, atingir e enfraquecer a República Islâmica do Irão. O Líbano estava igualmente "na mira" do regime sionista, que ainda tentou fazer derramar o caos provocado pelo "Estado Islâmico" na Síria, para dentro do território libanês, mas foram travados pelo corajoso Hezbollah, que desde o primeiro momento se distinguiu na resistência e combate ao Wahhabismo que os anglo-sionistas andam a disseminar por todo o Mundo. 

E qual o papel de Portugal e restantes países da União Europeia no meio de toda esta indecência? Pois bem, tem sido o de como cãezinhos bem comportados, alinharem em toda a propaganda e em todas as escabrosas mentiras, que a criminosa NATO anda há uma década a disseminar sobre a Síria e o Presidente Bashar al-Assad. Com a Síria, a União Europeia conseguiu, de facto e de jure, atingir o grau zero ao nível da política externa. 

 

O Ponto a Que Isto Chegou IX...

  
Uma composição de comboio a sair de Lisboa no dia 19 de Outubro de 2021. Como podem ver, a substituição populacional, o genocídio planeado da população autóctone do Ocidente e o Plano Kalergi, não passam tudo de teorias da conspiração de "radicais" e "extremistas maluquinhos".

SÓCRATES E COSTA, AS MENTIRAS DE QUEM CORTOU SALÁRIOS, PENSÕES, MEDICAMENTOS, ESCOLAS, SAÚDE!

 

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Squid Game

 
Squid Game é uma metáfora que descreve de forma bastante acertada, o comportamento da decadente elite que comanda a distopia lunática, em que estamos progressivamente a mergulhar no Ocidente. Não deixa de ser, porém, espantoso como é que a tão politicamente correcta Netflix autorizou uma série deste tipo. Algo me diz que apenas e só o facto de ser uma produção sul-coreana, é que permitiu que a série Squid Game visse a luz do dia. Se fossem europeus ou americanos a tentar realizar uma série deste calibre, provavelmente acabariam cancelados e não tardariam a cair as velhas acusações de apologia ao "Fascismo" e à violência extrema. Quiçá, a canalha degenerada do costume, ainda arranjaria forma de acusar Squid Game de ser uma série "racista", "machista" e "homofóbica"!

A título de exemplo, o lendário e também distópico filme de Stanley Kubrick, Laranja Mecânica, hoje e de acordo com os actuais critérios da nova "cultura" woke, nunca seria possível de realizar. Poucas dúvidas tenho de que o que salvou Squid Game dos censores woke da Netflix, foi mesmo e só o facto de se tratar de uma produção integralmente sul-coreana, escrita e realizada pelo agora mundialmente famoso Hwang Dong-hyuk.

Resta-nos esperar pela segunda temporada e a ver vamos se os sul-coreanos conseguem continuar a resistir assim à insanidade woke e à "cultura" do cancelamento, que estão literalmente, a destruir por completo a verdadeira cultura e a criatividade artística no Ocidente. 

 

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Algumas Nótulas Sobre a Situação no Líbano e a Possibilidade de um Ataque Israelita Contra as Instalações Nucleares do Irão

 
Quem é o maior inimigo dos cristãos do Líbano? Será o Hezbollah que liberta igrejas cristãs na Síria do "Estado Islâmico" e que defende e protege a Cristandade no Médio Oriente, ou será Israel, os EUA/NATO e a UE, que activamente patrocinam e apoiam o "Estado Islâmico" e a Al-Qaeda? O partido das Forças Libanesas, supostamente "cristão", não passa de uma correia de transmissão dos interesses de Telavive e o seu líder, Samid Farid Geagea, faria bem em ouvir atempadamente as advertências do Secretário-Geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah.
 

Como não conseguem quebrar o Eixo da Resistência ou sequer enfraquecer o Hezbollah, que cresce em força, poder e influência a cada dia que passa, a única coisa que resta ao criminoso regime sionista é derramar gasolina por cima das fracturas religiosas que ainda dividem o Líbano, tentando assim provocar artificialmente uma nova guerra civil entre cristãos e muçulmanos. A análise de Nasser Qandil sobre o que se está neste momento a passar no Líbano, é leitura obrgatória para quem quiser realmente entender o que está em jogo aqui:

«I hear those that (say) ‘they believe Lebanon is a priority (for the US to target)’. Indeed (it is), from the very first day that a resistance (movement in Lebanon) was born, (a resistance) that defeated and humiliated Israel, Lebanon became an American priority, because Israel was – and will always remain – an American priority. (It is only if) the resistance (in Lebanon) is defeated, only then will Lebanon no longer be an American priority.
 
Back in 2007, I saw an image of (former PM) President Fouad Saniora with (former) President George W. Bush on the White House lawn, and the news said that the Prime Minister of Japan was (meanwhile) waiting in the hotel; Lebanon is not more important than Japan (for the US), and (former) President Fouad Saniora is not more important than the Prime Minister of Japan either, but the resistance (in Lebanon) is indeed more important than the US interests in Japan, because it threatens Israel’s security and poses an existential threat to Israel’s future. (Therefore,) as long as this reality (i.e. resistance being an existential threat to Israel) increases and grows, and the American concern about it grows (in light of the) idea of (a US) withdrawal from the (Middle East) region, (the US worries) how (it) will leave Israel (behind with the threat of) this reality. Consequently, (US) activity for creating security belts for Israel is accelerating.

(Yet) from whom (does the US want to protect Israel)? Iran will not start a war (against Israel) – let’s say things as they are – Syria will not start a war (on the level of) states. The spearhead that can turn any confrontation in (this) region (between it and) Israel into a war –

Host:

– (is) the resistance in Lebanon (Hezbollah) –

Qandil:

– is the resistance in Lebanon, which the Israelis say (about it) – and that’s not me saying it – the Israelis say, and the Americans (themselves) say that the surplus power that Hezbollah now has at the level of the expertise of its fighters (gained) from the Syrian war, (these fighters) who are more than 50,000 and that possess contemporary (and advanced) combat experience, and (at the level of) the kinds of weapons that it has, (this powerful position of Hezbollah) may not be seen again. (They believe that) five years later, Hezbollah may not have this readiness (for war) which they have today –


Host:

– Why (is that)?

Qandil:

Because five years later, the resistance (in Lebanon) might not possess weapons more advanced than the precision-guided missiles (it currently has), while the Americans and Israelis might possess a more developed (weapon by then), at least this (current favourable position for Hezbollah) is not guaranteed (in the future), (while) now it is guaranteed that (Hezbollah) is the superior (force today), and (their weapons) are the more powerful/effective weapons. (Hezbollah’s) elite fighters that have just came out of a war still have the same vitality, readiness, and (required) experience to enter a new war. Five years later (however, according to US calculations), this (elite force) would be out of the battlefield, and a new generation that does not have the experience of the (previous elite) would be on (front lines instead) –

Host:

– For this reason, they are working on suppressing this (generation of elites) and producing a new generation; the fifth-generation (perhaps)?

 
Qandil:

No, they consider – the Israelis consider – that Hezbollah is ready for a war (against them) now, for that, we must pass up (Hezbollah’s) opportunity of dragging us into a war which they have the legitimacy (to start). They believe that Hezbollah is on full readiness (to start) a war. I’m not adopting (these views), I’m describing the American-Israeli view; they say that the issue of (intercepting) the fuel ships (coming from Iran to Lebanon) gives Hezbollah the legitimacy to start a war if we intercept them –

Host:

– (This would) justify (starting a war against Israel).


Qandil:

–  (Hezbollah) would obtain the legitimacy (to start a war) but they –

Host:

– The (Israelis) don’t want to go to a war against (Hezbollah) because (Hezbollah) enjoys full readiness –

Qandil:

– Yes, (that’s the point), in their opinion (Hezbollah) is now (fully ready for a war) –

Host:

– five years later, will (Hezbollah) no longer be ready for a war (against Israel)?

Qandil:

That’s (the US and Israel’s) reading of the matter, that they must avoid (going to a war against Hezbollah) during the (next) five years –

Host:

– So, for the next five years, the (preferred US-Israeli war is the war –

Qandil: 

– a Lebanese civil war –

Host:

– that (seems to be) brewing today. They would distract (Hezbollah) with internal (affairs and issues) –

Qandil:

– Exactly!

Host:

– They’re betting (their hopes on Hezbollah’s loss of) this readiness five years later –

Qandil:

– Exactly! (Hezbollah, according to their perception,) will be drained and have lost the moral high ground (that it enjoys today), and that’s a very significant matter; Hezbollah (is) a pure force (i.e. committed to morals/ethics etc) no matter how hard they try to slander it –

Host:

– The balance of power will change too.

Qandil:

– (but) when (Hezbollah) takes part in the civil war ‘game’, it’ll no longer be the same (party) it was, it will turn into a local militia (fighting) with (other) local militias. Even the majesty of (Hezbollah’s) power will erode by (its very participation in) the civil war, as it is different from wars that we’re familiar with, (such as) wars against Israel and other (enemies threatening Lebanon). Consequently, (dragging Hezbollah into a civil war) is necessary for the erosion of its moral and material strength. Therefore, the American-Israeli decision, after their failure in turning the October 17 (2019 protests) into a revolution against Hezbollah (under the false pretext that it is the party) responsible for the (Lebanese) economic crisis and the prohibition of cash flow into Lebanon – after this failure – the alternative (plan) is (exploiting) the (Beirut) Port (explosion) investigation case and triggering the Christian street with militia formations to lure Hezbollah into a civil war –

Host:

–  And (Hezbollah) will not be tempted (by this incitement).

Qandil:

Until now…

Host:

Those are dangerous words! What (do you mean by) ‘until now’?

Qandil:

Let me explain to you –

Host:

Why (would they be lured into a civil war)?

Qandil:

(In) my opinion, there is always a limit to which leaderships can control the (rage) of the public, and those who know the history of wars would understand this idea; we are currently before – there are opinions that have begun to emerge among the Shias –

Host:

– ‘Why didn’t we continue (the fight in Tayyouneh), we would’ve beat them up…’

Qandil:

(Yes, and talk such as) ‘we always adopt stances of chivalry, we get slaughtered and killed, and you (leaderships) tell us (to be) patient and endure (the harm that is targeting us); they did (the same) to us in Khaldeh, and Badaro as well, and tomorrow they’ll (attack us for the) third and fourth time’ –

Host:

– And (they attacked Shias) in…I forgot what’s the name of the town, near the Lebanese borders…

Qandil:

Yes, in southern (Lebanon), in Chouaya.

Host:

Yes, (I meant) Chouaya.

Qandil:

If we reach a moment where – God forbid – the focal point that is supposed to deal with (a certain attack) is one of the (Shia) tribes (in Lebanon), and the Amal and Hezbollah leaderships fail to control them, and (if the events take place) in an area in which control is not organized (by certain political leaderships); an area in which, if a tribe was attacked, and the people respond (to the attack) – I’m giving scenarios (as an example) –

Host:

– So, the scheme to create a civil will remain (a major threat today) –

Qandil:

In 1975, Imam Musa al-Sadr (may God reveal his whereabouts), why did he go to the town of al-Qaa? Because the problem was made up there (in al-Qaa) such that the people of the (Shia) tribes would attack al-Qaa; a problem was made up (to drag Shia) tribes ( in a war against Christians), so (Imam al-Sadr) had to go and sit in the church and say ‘I would defend this church with my ‘amāmah (turban) and jubbah (gown)’, because he felt that the target (of the made up events) was to trigger a response (from Shia tribes in that region).

Okay, so Mr (Nabih) Berri would do it once (i.e. call people to control their rage and follow the orders of the leadership), his eminence Sayyed (Hassan Nasrallah) would do it too, (but) if the scheme (of dragging Lebanese people into a civil war) is ongoing, if there’s no general national climate that would react to this threat (with wisdom) and (take the necessary) steps at that level, if (we keep acting upon) the prevailing mentality in security, judiciary, and political (affairs in Lebanon) that is the mentality of ‘Abu Melhem’ (i.e. a TV character that’s referred to in Lebanese culture to denote a person who proposes reconciliation and peaceful solutions in all dispute) to (resolve issues) with courtesy, using (words like) ‘disputes’  (to describe severe problems), and (calling for) controlling a situation (whenever an issue arises) –

Host:

– (falling into a civil war) would be inevitable (in that case)? –

Qandil:

Entretanto e só para compor a "coisa", os israelitas acabam de alocar 1,5 biliões de dólares, para prepararem um suposto ataque contra as instalações nucleares do Irão:

https://www.i24news.tv/en/news/israel/diplomacy-defense/1634587105-israel-approves-nis-5-billion-to-target-iran-s-nuclear-program

Pessoalmente e tendo em conta tudo aquilo que conheço das capacidades militares iranianas (e garanto-vos que as conheço muito bem...), posso assegurar a todos os leitores deste blogue que muito dificilmente, os israelitas se atreverão alguma vez a atacar o Irão. Porém, se forem mesmo estúpidos a esse ponto ou conseguirem empurrar os EUA para essa aventura suicida, o Irão irá responder imediatamente a tal acto, com o disparo de milhares de mísseis balísticos, que cairão como uma chuva por cima de todo o território de Israel. As refinarias de petróleo sauditas e TODAS as bases e instalações militares americanas e da NATO no Médio Oriente, certamente que também não serão poupadas... 

Recordo que os mísseis balísticos que o Irão actualmente possui, não são a sucata velha - os infames Scuds - que o Saddam disparou contra Israel e a Arábia Saudita na Guerra do Golfo em 1991, mas sim, mísseis balísticos modernos, bastante fiáveis e com um erro circular provável (CEP) de apenas 10 metros. A somar a isto, os mísseis balísticos iranianos possuem ogivas que são capazes de levar a cabo manobras evasivas, alterando o trajecto em voo como contramedida às anti-aéreas israelitas e cada uma destas ogivas, transporta cerca de 700kg de alto exposivo. As capacidades destes mísseis já foram amplamente demonstradas no ataque iraniano contra a base americana de Ayn Al Asad no Iraque em Janeiro de 2020. Para os mais leigos nestas questões, o que isto simplesmente significa, é que a República Islâmica do Irão, tem neste momento capacidade para descarregar 700kg de alto explosivo, em cima de qualquer alvo num raio de cerca de 2000 quilómetros em torno do Irão. Se o Irão quiser hoje mesmo enfiar com um míssil balístico em cima da casa de Naftali Bennett, ou em cima de qualquer base americana no Kuwait ou na Arábia Saudita, o Irão tem essa capacidade e pode fazê-lo, se assim o desejar, de forma a provocar um número maciço de baixas entre a tropa americana. Em Ayn Al Asad, a tropa americana só escapou ao massacre total, porque os iranianos tiveram a delicadeza de os avisar antecipadamente do ataque, através da Embaixada Suíça. Da próxima vez e podem ter a certeza disto, não vai haver aviso nenhum e o resultado será que milhares de ianques vão regressar à sua Pátria dentro de um caixão...

A mensagem aqui é simples de entender e dirige-se não só a Israel, mas a todos os lacaios do regime sionista: Não desafiem a República Islâmica. Não desafiem o Eixo da Resistência. Não provoquem os nossos parceiros, como a China e a Rússia. Se o fizeram, vão morrer ou acabar gravemente feridos.

 

Audiência Completa do Juiz Rui Fonseca e Castro no Conselho Superior da Magistratura (7 de Setembro de 2021)

 
Podem não gostar do Juiz Rui Fonseca e Castro, podem não concordar com tudo o que ele diz e faz, mas não podem negar que este homem é um autêntico tigre com forma humana, que lutou com tudo o que tinha contra o gangue maçónico/sionista que está infiltrado no Conselho Superior da Magistratura

Não há, por ora, qualquer indício que aponte no sentido do Juiz Rui Fonseca e Castro ser oposição controlada. Tudo indica que ele odeia mesmo genuinamente o regime que vigora actualmente em Portugal e isto significa, naturalmente, que o Juiz Rui Fonseca e Castro é um aliado da resistência organizada à Terceira República e ao bando de tarados que desde 1974 sequestra o poder em Portugal. 

domingo, 17 de outubro de 2021

O Arcebispo Viganò, a Igreja Católica e o Eterno "Elefante no Meio da Sala"

 
O Arcebispo Viganò deve ser um dos homens que tem neste momento mais inimigos dentro da Igreja Católica do Papa Francisco. No entanto, Viganò, à semelhança de praticamente todos os outros membros do clero católico, parece ignorar propositadamente o eterno "elefante no meio da sala" e por isso mesmo, nem por uma única vez se ouve sair da sua boca a palavra "sionistas" ou "sionismo". Ao invés, o Arcebispo Viganò prefere falar apenas de "globalistas", um termo genérico que é basicamente nos dias de hoje, o termo politicamente correcto para descrever quem está por detrás do projecto satânico da Nova Ordem Mundial.

Ora, querer combater a Nova Ordem Mundial sem reconhecer o óbvio, ou seja, que quem está por detrás da mesma é a elite sionista internacional, é a mesma coisa que querer fazer uma omelete sem ovos... Por isto mesmo o termo "globalistas" não basta e é até perigoso, pois induz a população em erro, que fica assim sem perceber o que é que realmente se está a passar e quem é que é o seu verdadeiro inimigo. 

Alguma vez viram alguém ganhar uma guerra contra um inimigo que nem sequer consegue reconhecer e identificar?! Pois...

Convém esclarecer que o mal profundo e absoluto que tomou conta da Igreja Católica, não começou de forma alguma com o Papa Francisco. Recordo, a título de exemplo, que o Papa João Paulo II - que foi uma das criaturas mais sinistras que alguma vez ocuparam o trono de São Pedro - estabeleceu relações diplomáticas plenas com o Estado de Israel em 1994. O que isto imediatamente significa, é que a Igreja Católica passou a legitimar oficialmente o maior patrocinador de terrorismo no Mundo e um Estado que faz do genocídio a sua política oficial. O Estado de Israel foi fundado sob a destruição total de outro Estado e outro povo, que simplesmente teve o azar de ter a sua Pátria no mesmo sítio onde os Rothschild decidiram erguer a sua "joia da coroa". 

E os cristãos da Palestina, que foram também vítimas da limpeza étnica iniciada por Israel em 1948 e por isso mesmo, brutalmente mal tratados e expulsos das suas terras, quando é que foi a última vez que o Papa e o Vaticano se lembraram dos mesmos? Quando é que foi a última vez que a Igreja Católica reuniu forças ou organizou uma expedição para ir em socorro dos cristãos do Médio Oriente?! Pois... a verdade é que se não fosse o Hezbollah e o armamento fornecido pela República Islâmica do Irão, provavelmente, a esta hora, já não restaria um único cristão ou uma única Igreja de pé no Iraque, na Síria ou no Líbano.

Que fique claro que Israel não é um "Estado Judaico" e muito menos representa os judeus de todo o Mundo. O falso Judaísmo sobre o qual o Sionismo foi fundado, ou seja, o Judaísmo Rabínico, é na verdade um anti-Judaísmo, que muito pouco tem a ver com o Judaísmo que era praticado originalmente pelos judeus do Antigo Testamento. Querem provas disto? Observem o comportamento dos judeus sionistas e vejam se tal está de acordo com os Dez Mandamentos dados por Deus ao profeta Moisés no Monte Sinai. Todo o dia, a todo o momento, a judiaria sionista está a matar, a roubar, a venerar ídolos, a adulterar e a espalhar as perversões e taras mais doentias que se podem imaginar. Ora, alguém no seu perfeito juízo pode considerar que esta cambada de degenerados morais, que todo o dia ofende e cospe em cima do legado do seu profeta maior, é representativa do verdadeiro povo judeu?! 

Ademais, a simbologia sionista contemporânea é toda ela anti-Judaica. Desde a estrela de seis pontas, às sinagogas, nada disto vai ao encontro do Judaísmo antigo e pré-Talmúdico.

Moisés seria o primeiro a amaldiçoar todo o Estado de Israel e os seus lacaios e patrocinadores, se o profeta voltasse à Terra e visse aquilo em que consiste realmente a dita "Pátria Judaica". Alias, estou até em crer que neste momento e chegados ao ponto de degeneração a que chegámos, até um Talibã talvez represente melhor o antigo e verdadeiro povo judeu, do que criaturas como Netanyahu e o falecido rabino Meir Kahane.

Enquanto o Vaticano não cortar por completo todas e quaisquer relações diplomáticas, económicas e financeiras, com Israel, o Vaticano vai continuar a auxiliar Satanás e cada bala, cada bomba, cada gota de sangue inocente que os sionistas fizerem derramar, tem por detrás a responsabilidade moral do Vaticano e do Papa, que a tudo isto assiste, impávido e sereno, sem por uma única vez ter a coragem de "chamar os bois pelos nomes".

É assim, que em 2021, chegámos ao ponto em que qualquer cristão que realmente deseje saber o que se está a passar, tem de recorrer a fontes islâmicas ou ortodoxas, pois do Mundo católico/protestante/evangélico, só saem mentiras e mais mentiras, inventadas e colocadas em circulação não por "globalistas", mas sim, por SIONISTAS que querem à força dominar e subjugar não apenas o Médio Oriente, mas o Mundo inteiro.

O Sionismo é um programa de conquista mundial, esta é a verdade que o Vaticano oculta e quem disser o contrário disto, ou está muito mal informado, ou então está a mentir. É tão simples quanto isto.   
 

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

O Eixo da Resistência Nunca Foi Tão Forte Como Hoje

Um soldado do Hezbollah segura uma imagem da Virgem Maria que salvou de uma Igreja na Síria, libertada pelo Hezbollah do "Estado Islâmico". Estes são os mesmos homens que os EUA e a UE designam oficialmente de "terroristas". Olhem bem para esta fotografia, retirem daqui as devidas ilações e reflitam por alguns momentos em quem é que afinal são os verdadeiros terroristas e quem é que realmente anda a patrocinar o terrorismo wahhabi no Médio Oriente e no Mundo. E já agora, não esperem também de ver esta fotografia a ser alguma vez publicada em algum jornal "mainstream" do Ocidente e escuso de explicar o porquê...
 
A guerra que o Império Anglo-Sionista lançou em 2011 contra a Síria, levou ao aprofundamento das relações e alianças entre vários países, que não tardarão a fazer Israel e os sionistas pagarem os olhos da cara pela sua arrogância criminosa.

Vejamos, a Síria hoje possui mísseis com capacidade e precisão para atingir qualquer edifício ou instalação militar em Israel. A somar a isto, Bashar al-Assad conta hoje também com um sistema integrado de defesa anti-aérea, que é inúmeras vezes superior e mais capaz do que aquilo que o seu regime possuía em 2011. As defesas anti-aéreas da Síria em 2011 estavam reduzidas a antigos sistemas de origem soviética, que pouco ou nada conseguiam fazer contra a moderníssima Força Aérea Israelita. Hoje, muito por culpa da sua arrogância que os levou inclusive a provocar o abate de um avião militar russo em Setembro de 2018, os caças israelitas que se atreverem a penetrar no espaço aéreo da Síria, irão ver-se confrontados com todo um conjunto de novas tecnologias anti-aéreas, que vão desde os modernizados Buk M1 e M2 aos extremamente capazes S-300 e Pantsir S-1. A somar-se a todo este arsenal que já não é pouco, os sírios contam ainda com poderosos meios de guerra electrónica com os quais apenas podiam sonhar em 2011.

Por sua vez, o corajoso Hezbollah (Oi vey!) tem hoje preparadas inúmeras bases subterrâneas em zonas montanhosas, onde armazena um incalculável número de mísseis e rockets de médio e longo alcance que possuem um elevadíssimo grau de precisão. Os generais israelitas sabem que o Hezbollah nunca foi tão forte como hoje e que em caso de uma nova guerra no Líbano, não haverá uma única cidade israelita que consiga escapar à ira bélica do movimento xiita libanês. A guerra na Síria criou um laço de irmandade entre o Hezbollah, a Síria e o Irão, que teria sido impossível de forjar sem o conflito. Mais do que nunca, o eixo anti-Israel que se estende de Teerão a Beirute, (passando discretamente por Moscovo e Pequim...), está determinado em acabar de vez com o regime de terror sionista, que há décadas só faz é trazer guerra e sofrimento sem limites ao Médio Oriente.

O Iraque, em tempos governado pelo sunita Saddam, está hoje sob o controlo firme de um regime xiita e naturalmente aliado do Irão. A guerra contra o Estado Islâmico veio apenas reforçar os laços entre os sírios e os iraquianos, que sabem perfeitamente bem que quem esteve directamente por detrás da invasão do Iraque em 2003, da Primavera Árabe, da suposta "revolução democrática" na Síria e da criação do "Estado Islâmico", foi a pérfida "mão invisível" do Sionismo Internacional. A aliança dos sírios com os iraquianos criou uma situação inédita em que pela primeira vez na história, a Força Aérea Iraquiana tem liberdade total para bombardear alvos do "Estado Islâmico" em solo sírio e o Exército Iraquiano pode entrar na Síria para combater o Wahhabismo, em qualquer momento que julgue oportuno fazê-lo e sem necessitar de autorização prévia da parte do regime de Bashar al-Assad.

Israel está hoje a perder em todas as frentes e pouca ou nenhuma margem de manobra resta aos sionistas para inverter o rumo da grave situação que eles próprios criaram.

As sinistras forças que estão por detrás do Sionismo Internacional, bem que podem aplicar todas as sanções e mais algumas contra o Irão, a Síria e a Rússia, que isso não irá alterar nem um pouco a realidade da situação no terreno. Os Trumps e Bolsonaros, bem que podem igualmente mudar as embaixadas que quiserem para Jerusalém, numa vã tentativa de apaziguar o lobby sionista que tanto temem e perante o qual respondem directamente, que nada disto irá também alterar qualquer aspecto da equação que se está a concretizar no Levante. O facto é que o Eixo da Resistência nunca foi tão forte como hoje. Este é o resultado directo da guerra que o Império Anglo-Sionista lançou contra a Síria em 2011.