sexta-feira, 24 de junho de 2022

A Rússia Não Vai Parar de Lutar Enquanto Não Destruir Por Completo o Império Anglo-Sionista

 O Donbass Está Atrás de Nós, de Natalya Kachura e Margarita Lisovina. A letra desta música diz tudo aquilo que o Ocidente precisa de saber...
 

Andrei Raevsky (The Saker), escreveu ontem uma análise imperdível sobre a actual situação internacional que opõe a Rússia ao Ocidente colectivo. Deixo aqui alguns excertos, que julgo serem fundamentais para se perceber o que se está realmente a passar e que pode, ainda, se as coisas ficarem mesmo fora de controlo, acabar num Apocalipse Nuclear à escala global:

«The “the glorious Ukrainians are winning” narrative has now quasi-officially faceplanted (heck, even the NYT changed its tune) and nobody sane is spewing this nonsense anymore.  The reality is that the Ukrainians are, on average, losing about one battalion per day, and this is why they are now sending barely trained civilians to the East: most of the (often very well-trained and courageous) Ukrainian combat units are even dead, prisoners, MIA or in “cauldrons” (actual or by firepower) with no chance to escape.

It is now also undeniable that what began as a special military operation (SMO) has now turned into a open and full-scale war between the consolidated West (aka the Anglo-Zionist Empire) and Russia: the Empire has now “hit” Russia with everything it had short of a direct military attack.  The (originally 200’000+ strong) Ukrainian military, arguably the strongest NATO military force (which is otherwise mostly composed of small and thoroughly woked-out “parade militaries”!), especially with the full support of the West (intelligence, weapons, money, political, etc. etc. etc.) is being “demilitarized” and “denazified” by a vastly superior Russian military force (but not one bigger in size: Russia has used only a fraction of her full military power).  The outcome here is not in doubt.

This reality has now been fully accepted by the Russian society which now stands behind the Kremlin (at 80%+) which has made no secret that it is now locked into an existential war against the West.  This has been the case since at least 2013, but now the original ratios (roughly 80% informational, 15% economic and 5% military) have shifted to what I would call “total war by proxy“.

The leaders of the Empire know that they lost yet again, and they are seeking refuge in their usual coping mechanisms: ideological self-gratification and deep, deep denial.  While the EU is committing a straightforward economic, political and social suicide, the Biden Administration has gone “full woke”, as did corporate “America”(meaning the USA, of course, not the American continent): the so-called “minorities” are now shoved down the collective throats of the US people now, no matter how small, or freaky, the said “minorities” are.

[...]

 I could go on and on, but the bottom line is this: the West has declared total war on Russia (and, de facto, to all of Zone B) and Russia has accepted this.  For a decade and more the West has tried hard to wake up and provoke the proverbial Russian bear and these efforts have finally been successful: the bear is now out, and he is very, very angry.

[...]

Russia is now determined to finish this ugly job, once and forever.  You want to “cancel Russia”?  In your dreams only, but Russia can, and will, “cancel Nazism” once and or all.  1000 years of that crap is enough!

[...]

I submit that it is impossible to predict what will happen in the coming months and years – there are simply too many variables which can dramatically affect our future.  What began as a special military operation (as opposed to a combined arms operation) has now morphed into what one could call WWIII or even WWIV (depending on your definitions).  This war will last for several years unless, of course, the Neocons and their associated crazies in the EU get their way and trigger a nuclear conflict: in the latter case it will be short and very final.

Right now the focus is on the Donbass and the southern Ukraine, but we have to understand two things about this:

In other words, this is not a war Russia can afford to lose and the Russian people know it.

Last time around, Russia lost about 27 million people while China lost about 35 millions.  That a total of 62 million people, about two thirds of which were civilians.  Keep these figures in mind when you look at the quick and quite radical modernization of the Russian and Chinese armed forces (btw – the Chinese people also “get it” and they fully support Russia, as does the Chinese leadership, even if they try to keep a low profile for the time being and let Russia carry the burden of being on the frontline of this war: simply put, the Chinese are buying time which, frankly, they still need to achieve parity, or better, against the US and its protectorates in Asia such as Taiwan, Japan, ROK or Australia.  The Russians also understand that as they themselves were in a similar position between 2000 and 2018.  But they know that the Chinese Dragon will have to fully “wake up” sooner rather than later.

Yeah, I know, most folks in the West don’t know that, or don’t care, but the point is now what the folks in the West do not know, but rather it is what the people of Russia and China know and understand quite well.  Only an utter fool would doubt or disregard the kind of determination which sits deep inside the souls of the Russian and Chinese people to never allow the West to subjugate them again.  Ever.»

O essencial a reter de tudo isto e muito mais que Andrei Raevsky escreve, é que a Rússia e o povo russo, em conjunto com os seus aliados, não vão mais parar de lutar enquanto não destruírem por completo o Império Anglo-Sionista e todas as estruturas de poder do mesmo. Foi a NATO, a UE e os EUA que iniciariam esta guerra e agora, a Rússia vai dar a estes tarados a guerra que eles próprios pediram, com tudo o que isso implica.

A Europa, de uma vez por todas, vai ser integralmente desnazificada e desmilitarizada, de Varsóvia a Lisboa. Isto já não é uma teoria, nem uma opinião, mas sim um dado adquirido. Preferencialmente, a Federação Russa quer levar a cabo este processo de desnazificação e desmilitarização da Europa, apenas através de ferramentas políticas e económicas, no entanto, se necessário for, a Rússia está preparada para levar a cabo a desnazificação e desmilitarização de toda a Europa, por via militar

Os militares da NATO têm agora pela frente uma escolha muito simples: ou vocês libertam os vossos próprios países da escumalha anglo-sionista que sequestrou os vossos governos e as vossas estruturas de poder, ou a Rússia vai levar a cabo essa tarefa por vocês e vai fazê-lo de forma total, definitiva e irreversível, à semelhança do que fez com o Terceiro Reich no fim da Segunda Guerra Mundial. É assim que vai ser e é assim que as coisas se vão passar, quer os militares/terroristas da NATO gostem ou não.

O trabalho que Estaline deixou por fazer em 1945, quando em má hora confiou nas falsas garantias e promessas do Ocidente, vai ser agora concluído por Vladimir Putin e ao que tudo indica, pelo seu sucessor, que cada vez mais parece ir ser o profundamente nacionalista Dmitry Medvedev. 

A Rússia e os seus aliados, estão totalmente empenhados numa luta existencial, da qual só podem sair vencedores, custe o que custar. O Presidente Putin sabe disto perfeitamente bem e os ocidentais que lutam activamente do lado da Rússia, como eu, sabem também que não haverá qualquer futuro para os seus países, a não ser a submissão e humilhação total perante a entidade anglo-sionista, se a Rússia perder esta guerra. Por este mesmo motivo, a nós também só nos resta vencer ou morrer a tentar vencer.

Que Deus abençoe as Forças Armadas da Federação Russa.

Rossiya, vperiod!


Cidadãos do Burquina Fasso Exigem Uma Intervenção Militar Russa Para Expulsar as Tropas Francesas

 

Isto não é minimamente de espantar... uma vez que a NATO, a UE e os EUA, são neste momento odiados basicamente pelo Mundo inteiro e, principalmente, pela parte do Mundo que se encontra livre das garras do Império Anglo-Sionista

Ninguém quer viver na merda da "democracia" hipócrita e na depravação woke, que Washington e os seus lacaios da UE, querem impor ao Mundo inteiro. 

Desejo toda a sorte do Mundo aos burquinenses e que não lhes falte a força para correr com as tropas francesas, nem que seja à força do pontapé e da bala!

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Lágrimas de Zelenski...

 

Parece que esta vodka, muito adequadamente baptizada de "Lágrimas de Zelenski", é a última moda nas festas e convívios em Moscovo. Resta apenas imaginar quantas destas garrafas irão ser abertas, para comemorar o fim do regime de Zelenski, no dia em que Kiev cair... 😂😂😂😂😂😂😂😂

Qual é o Objectivo da Federação Russa na Ucrânia?

Os mísseis Kalibr continuam a ser disparados em força pela Frota do Mar Negro. Só na semana passada, a Rússia assassinou cirurgicamente mais de cinquenta generais e oficiais de altas patentes da Ucrânia, com estes mísseis de cruzeiro. O regime neonazi ucraniano continua a ser implacavelmente triturado, dia após dia, e é assim que vai continuar a ser, até que Zelenski e o seu exército terrorista quebrem de vez.

Denis Pushilin, o líder da República Popular de Donetsk, já respondeu parcialmente à questão, no seu discurso proferido por ocasião do último Fórum Económico Internacional de São Petersburgo:

«A Rússia e as repúblicas precisam de libertar toda a Ucrânia, incluíndo Kiev e Lviv.»

Tal como eu venho afirmando desde há algum tempo, o objectivo russo na Ucrânia já não é apenas a libertação de Donetsk e Lugansk, mas sim, a libertação de toda a Ucrânia, até à fronteira da Polónia

E a Rússia não se vai ficar pela Ucrânia... O grande objectivo do Eixo Sino-Russo nesta guerra, o objectivo maior, é infligir uma derrota geopolítica brutal à NATO e, em última análise, provocar a substituição das elites e dos regimes hostis que governam o Ocidente, por novas elites e novos regimes, que estejam dispostos a usufruir de relações civilizadas e amigáveis com o resto do Mundo, com base no respeito mútuo e na cooperação. As palavras do próprio Presidente Putin, proferidas no passado dia 17 de Junho, são a prova mais do que clara destas intenções:

«Após a Guerra Fria os EUA declararam-se como sendo os emissários de Deus na Terra, sem quaisquer responsabilidades, apenas com interesses... As alterações que estão a ocorrer hoje na economia e na política internacional são tectónicas e revolucionárias. As elites do Ocidente encontram-se iludidas, agarradas à sombra do passado e em negação da realidade que se altera... Nada será como dantes... A UE perdeu em definitvo a sua soberania política. A actual situação na Europa irá conduzir a uma explosão do radicalismo e à provável alteração futura das elites.»

Aquilo que está em curso na Ucrânia neste preciso momento, é apenas a primeira fase de uma monumental operação de regime change, que visa subverter e alterar por completo, os regimes e as elites europeias, de Lisboa a Varsóvia. O Eixo Sino-Russo e os seus aliados no Mundo - graças à sua tremenda capacidade de projecção de poder económico e militar - estou certo disto, no médio/longo prazo acabarão por não apenas forçar o fim inevitável da UE e da NATO, como acabarão também por levar a uma alteração muito profunda de toda a política na Europa e no Ocidente em geral. 

O destino dos macrons, costas, borrells, ursulas, olafs, johnsons, bidens e restante lixo execrável que hoje controla o Ocidente, vai ser o caixote de lixo da história. Destes escroques, se Deus quiser, ninguém se há-de lembrar, a não ser como exemplo do pior que a Humanidade alguma vez produziu.

 

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Sergey Lavrov: Não Nos Interessa Aquilo Que o Ocidente Pensa!

 

Esta é, possivelmente, a melhor e mais brutal entrevista que o Ministro das Relações Exteriores da Rússia alguma vez deu. Sergey Lavrov encurrala por várias vezes o jornaleca da BBC, que perante a sua total falta de argumentos, simplesmente muda de assunto quando as acusações e investidas verbais de Lavrov não lhe interessam. Claro que para o jornalixo ocidental, principalmente aquele que chafurda nas latrinas da CNN e da BBC, tudo aquilo que contrarie a narrativa oficial sobre a Ucrânia, que esta canalha nos quer impingir à força, é imediatamente censurado ou ignorado. 

No Ocidente já não existem quaisquer jornalistas reais a trabalhar nas redacções dos grandes media. Aquilo que resta, após décadas de purgas "democráticas", são propagandistas e terroristas no verdadeiro sentido da palavra, que ao serviço de agendas obscuras e em troca de dinheiro, quais prostitutas rascas, mentem e espalham desinformação em larga escala. A maior prova disto é o autêntico chorrilho de mentiras e fabricações com que temos sido diariamente bombardeados, desde que a Federação Russa iniciou as suas operações militares na Ucrânia. Não há, de facto, limites para o grau de depravação e baixeza que os media ocidentais do sistema conseguem atingir em todos os sentidos.

A Rússia está a estabelecer novas regras para o Ocidente e daqui em diante, é a Rússia que manda e é nos termos e nas condições estabelecidas pela Rússia, que o Ocidente vai ter de negociar a nova arquitectura de segurança na Europa e a sua respectiva posição na nova ordem internacional emergente. Não compete ao Ocidente e a idiotas ignorantes como Emmanuel Macron, Olaf Scholz ou o inenarrável Boris Johnson, decidir se vão "humilhar" a Rússia ou não, e esta postura de soberba e extrema arrogância da parte dos líderes ocidentais, só serve é para legitimar e justificar ainda mais a Operação Militar Especial que decorre na Ucrânia. 

Aliás, por falar em Boris Johnson, que tem repetidamente afirmado em público que quer "derrotar a Rússia", seria bom que algum dos seus generais, lhe explicasse que o Exército Britânico, actualmente, em termos numéricos não chega sequer para encher o Estádio de Wembley...

 

sábado, 18 de junho de 2022

Por Quem é que Estão a Morrer Mercenários Portugueses na Ucrânia?

 
Estas são as Forças Armadas que estão a infligir à NATO e aos EUA, "apenas" a maior derrota geopolítica do século. A Ucrânia é apenas o início da tempestade...
 
Há a destacar destes dados a eliminação física de 19 portugueses, que de sua livre e espontânea vontade, decidiram pegar em armas para combater contra a Federação Russa e os seus aliados. A opção de apoiar o terrorismo internacional da NATO e de sacrificarem a sua vida pelos interesses da Família Rothschild e pelo complexo militar-industrial americano, foi deles e apenas deles. Ninguém obriga estes mercenários a ir combater para a Ucrânia e a morrer pelos interesses do Império Anglo-Sionista, assim como também ninguém me obriga a mim a combater do lado russo, como tenho feito em várias frentes e de várias formas, ao longo dos últimos anos. Cada um faz as suas opções e cada um tem de arcar com as consequências das suas decisões, que no limite, podem incluir o sacrifício da própria vida. Posto isto, creio ser justo dizer-se que a Rússia nunca foi, não é, nem nunca quis ser uma inimiga de Portugal e dos Portugueses. Infelizmente, há é Portugueses e outros estrangeiros que sem motivo nenhum e certamente, com a cabeça lavada pela propaganda suja da NATO e da UE, insistem em ser inimigos da Rússia, como as tabelas abaixo claramente demonstram:
 

 
As Forças Armadas da Federação Russa e os seus aliados - onde se incluem também bastantes voluntários ocidentais que estão fartos da "democracia" da tanga que a UE e os EUA lhes querem impor - vão continuar a destruir fisicamente os mercenários que a NATO tem incentivado a ir combater na Ucrânia. Que ninguém tenha a menor dúvida sobre a nossa determinação absoluta em colocar fim, de uma vez por todas, ao reinado de terror que a NATO e o Império Anglo-Sionista, lançaram sobre o Mundo e a Humanidade. Eu, pessoalmente, tenho muito orgulho em estar hoje do lado da barricada que combate activamente contra a agenda sinistra de gente como George Soros ou Victoria Nuland. Já os mercenários e militares ditos "portugueses" que apoiam o nojo que é a NATO e que venderam a sua alma a Satanás, qual Judas Iscariotes, esses traidores e vendidos sem honra, que verdadeiramente nunca serviram nem Portugal, nem o povo Português, podem-se simplesmente ir foder para bem longe.

Esta guerra só vai acabar quando Portugal voltar a ser Independente, e a aberração que tomou conta da Ucrânia e do resto da Europa e do Ocidente, for destruída de uma vez por todas. Neste momento, tanto a Rússia, como a China, já perceberam que é preciso desnazificar e desmilitarizar não apenas a Ucrânia e Taiwan, mas também toda a Europa, de Varsóvia a Lisboa. O tão badalado "rearmamento da Europa" de que os media ocidentais tanto falam nos dias correntes, é algo que não vai acontecer, pelo simples motivo de que a China e a Rússia não o vão permitir, enquanto as elites políticas e os regimes hostis ao Eixo Sino-Russo, não forem totalmente removidos do poder na Europa. 

Os regimes e as elites sionistas que se encontram instaladas no poder no Ocidente, representam uma ameaça mortal para a China e a Rússia, que tem de ser removida de uma vez por todas e de forma definitiva. O Mundo inteiro está farto de ser permanentemente chantageado e ameaçado pelos EUA e os seus vassalos miseráveis da UE e da NATO. Isto é uma situação que já passou todos os limites e o discurso do Presidente Putin ontem, por ocasião do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), deixou isto bem claro.

A Rússia já deixou bem patente que a NATO vai deixar de constituir uma ameaça à sua segurança e esta promessa é para cumprir, custe o que custar. Os EUA, desesperados como estão neste momento, apesar de tudo, parecem estar a dar sinais de que vão cometer mais um grave erro geopolítico e militar, para o qual o Eixo Sino-Russo e o Irão estão totalmente preparados. Curto e grosso: Literalmente "entalados" na Ucrânia e a perder homens e equipamento de forma pesada a cada dia que passa, os EUA e os seus vassalos, podem estar a preparar-se para fazer uma demonstração de força através de um ataque contra o Irão, ou a Síria, que a concretizar-se, redundará inevitavelmente em mais uma pesada humilhação para estes depravados, que ainda há menos de um ano acabaram expulsos do Afeganistão pelos Talibã. O prognóstico do Moon of Alabama, nestas coisas, raramente falha e vale a pena ler com redobrada atenção:

https://www.moonofalabama.org/2022/06/ukraine-the-us-is-on-the-road-towards-escalation.html

O Eixo Sino-Russo sabe que o Ocidente se encontra neste momento num estado de vulnerabilidade muito elevada do ponto de vista militar e isto significa que há neste momento uma janela de oportunidade muito boa, para arrasar de vez com o Império Anglo-Sionista e levar abaixo por arrasto, a própria UE e os regimes apócrifos ditos "democráticos", que controlam neste momento a Europa Ocidental. Os próximos tempos vão certamente ser muito interessantes e possivelmente, também algo sangrentos. O Mundo vai pagar um preço em vidas para se conseguir libertar de vez da máfia sionista e dos supremacistas judeus, que sequestraram por completo as estruturas de poder no Ocidente. Infelizmente, a realidade é esta e a única coisa que eu vos posso garantir a todos, é que tanto a Rússia, como a China e o Irão, tomam e vão continuar a tomar TODAS, repito, TODAS as providências para reduzir ao mínimo as baixas civis nas suas operações militares. Quem utiliza civis como escudos humanos e regularmente faz uso de infraestruturas civis como depósitos de armas e posições militares, são precisamente os terroristas/mercenários que combatem pela NATO e pelos anglo-sionistas, tanto na Ucrânia, como na Síria. 

A Federação Russa está neste momento a fazer o trabalho de Deus na Terra. Quem se atravessar no caminho da Federação Russa e dos seus aliados, apenas encontrará pela frente a humilhação, a desonra, o sofrimento e em última análise, a morte. É assim que isto vai ser daqui em diante e é assim que o Mal supremo na Terra vai ser erradicado, tal conforme foi prometido e com a bênção de Deus.
 

sexta-feira, 17 de junho de 2022

Este Americano Tem Uma Mensagem Para a Sionista Victoria Nuland

 
 

É assim mesmo. Este é que é o espírito! Por mais que os media ocidentais o tentem esconder, a Rússia e o Presidente Putin ainda têm muitos aliados e verdadeiros amigos no Ocidente. O nosso ódio aos governos e regimes políticos traidores da UE e dos EUA, é de tal ordem, que neste momento a Rússia pode contar com o nosso apoio incondicional e irresoluto, basicamente para tudo. Isto já não tem nada a ver com ideologias. Tem a ver, isso sim, é com o desejo de ver o lixo político que conduziu o Ocidente à sua actual miséria, todo a ser pendurado na ponta de uma corda, ou a ser encostado a um paredão de fuzilamento.

Fuck you Victoria Nuland! 

Fuck Joe Biden!

Fuck Israel!! 

Fuck George Soros!

Fuck the filthy Rothchilds!

Long Live Russia!!!
 

terça-feira, 7 de junho de 2022

E a Destruição Maciça e Sistemática das Forças Armadas da Ucrânia Continua...

 
O 2S7 "Peony" continua a esmagar as posições ucranianas, de forma certeira e implacável. Isto sim, é artilharia móvel a sério e as imagens falam por si...
 

E vai continuar, dia após dia, sem parar, 24/7, os militares ucranianos vão continuar a ser destruídos de forma implacável, até que os mesmos se rendam ou simplesmente cessem a sua existência física na face da Terra. Armas da NATO? A Federação Russa mostra como se resolve de vez esse problema:

«Russia have struck a major artery for the shipment of NATO weapons from Europe via the Beskidy railway tunnel. The Beskidy Tunnel is a railway tunnel under the Volovets Pass in the Carpathian Mountains. Confirmed by Ukraine itself.

High-precision long-range air-based missiles of the Russian Aerospace Forces have destroyed industrial buildings of the smithy-mechanical plant on the outskirts of Lozovaya (Kharkov Region), where the AFU armoured vehicles were being rebuilt and repaired.

The consequences of the arrival at the Darnitsa car repair plant, which was converted for the repair of equipment and the preparation of Polish tanks for shipment to the front https://t.me/intelslava/30873

Russian Mod states that an An-26 military transport aircraft of the Ukrainian Air Force carrying weapons and military equipment was shot down in the Odessa region.

The stream of weapons that are being sent into the Ukraine, is not even a replacement of what they had and it gets destroyed as fast as possible.

The signs are there:  Ukraine is now an orphan.  Nobody wants it any longer.  Yet, nobody is calling a ceasefire or peace.  The opportunity for the west to snatch victory on any axis at all, is fast disappearing.»

Está na hora de alguém explicar aos "líderes" da UE que a realidade, por vezes, é muito dolorosa... um por um, de Lisboa a Varsóvia, os governos da UE que apoiaram a actual guerra contra a Federação Russa e armaram o neonazismo na Ucrânia, vão sofrer um ajuste de contas e vão ser obrigados a engolir a sua própria pesporrência e incivilidade, com a mesma intensidade e a mesma dedicação, com que Hitler enfiou com uma bala nos próprios cornos em 1945.

A implacável vendetta russa está a caminho da Europa e eu, muito sinceramente, conhecendo o que conheço dos russos e do seu carácter, não queria neste momento estar na pele de nenhuma das lideranças europeias...

 
Os mísseis de cruzeiro Kalibr continuam a ser disparados a nível diário, contra as posições ucranianas. Não era a CNN que dizia no início de Março que a Federação Russa só tinha munições para mais uma semana?... Ora bem, o meu calendário diz que já estamos em Junho e os disparos de mísseis balísticos e mísseis de cruzeiro russos, não parecem dar sinais de abrandar... Talvez se a UE aprovar mais um pacote de sanções anti-russas, aí sim, a Rússia vai finalmente quebrar de vez, Putin vai morrer de cancro e Shoigu vai sofrer mais quatro ataques cardíacos e três AVCs. Let's Go Brandon!

domingo, 5 de junho de 2022

Sabem Como é Que se Joga Xadrez ao Estilo Russo?...

 
 

Claro que não sabem... pelo menos as elites ocidentais não sabem e é por isso mesmo, que estes otários totalmente impreparados e vendidos ao capital anglo-sionista, estão agora a ser "comidos de cebolada" pelos russos na Ucrânia:

https://thesaker.is/another-lira-what-happens-to-europe-when-russia-wins/ 

Após a euforia inicial que durou até à queda de Mariupol e a consequente derrota e rendição daquilo que restava do Batalhão Azov, tem começado gradualmente a instalar-se um notório clima de mal-estar entre as elites ocidentais, que pouco a pouco, parece estar a transformar-se em verdadeiro pânico, por virtude do facto de todos os planos desta gente, estarem a sair complemente gorados.

Os EUA/UE/NATO quiseram atrair a Rússia para uma "armadilha" na Ucrânia, julgando que poderiam assim sangrar e enfraquecer a Rússia de forma fatal, a ponto de provocarem a queda do Presidente Putin e se possível, a própria fragmentação da Federação Russa. As elites ocidentais, certamente muito mal aconselhadas, apostaram e investiram pesadamente na actual guerra que provocaram na Ucrânia.

Estou em crer que as lideranças políticas e militares dos governos da UE e dos EUA, devido às más informações que lhes forneceram, acreditavam mesmo que podiam fazer vergar a Federação Russa na Ucrânia, se simplesmente conseguissem impedir os russos de obter uma vitória rápida na mesma. Esta crença ingénua, foi largamente fruto da muito errónea ideia que se instalou nos círculos políticos e militares ocidentais, desde os anos 1990 e que advoga que a Federação Russa é um País "pobre", "fraco", "atrasado", "vulnerável" e "incapaz", de aguentar uma guerra prolongada contra um exército treinado e armado a um padrão NATO, como é claramente o caso das Forças Armadas da Ucrânia. Se quiserem um excelente exemplo deste tipo de pensamento ignorante sobre a Rússia e as suas capacidades económicas e militares, que infelizmente faz escola ainda em largos sectores das sociedades ocidentais, só precisam de ler este vómito pseudo-intelectual de Henrique Neto, que foi publicado no jornal O Diabo, no passado dia 19 de Maio:

«A invasão da Ucrânia pelas tropas russas divide o planeta, de um lado os regimes autoritários e as ditaduras e, do lado oposto, as democracias. Nunca esta divisão foi tão evidente como é hoje, como evidente é o perigo de uma escalada na guerra provocada por um louco rodeado de loucos. A Rússia de Putin é hoje um país mal governado, pobre, com uma economia fraca e com um povo massacrado pela repressão e pela mentira. Sem o arsenal nuclear e apenas com os meios militares de uma guerra convencional, as democracias ganhavam a guerra numa semana. Seja porque a generalidade das democracias possuem economias poderosas, porque detêm a inovação tecnológica, e, principalmente, porque possuem homens e mulheres livres que pensam pela sua cabeça e onde cada ser humano está disponível para, de forma consciente, lutar por aquilo em que acredita, seja pela sua liberdade, seja pelo modo de vida que pretende deixar aos seus filhos.»

Perceberam? Conseguem enxergar agora porque é que o Ocidente está na miserável situação em que está perante a Rússia? Conseguem entender também agora, quem é que afinal atraiu quem para uma "armadilha" na Ucrânia?...

A Federação Russa, neste momento, tem o tempo a jogar totalmente a seu favor. O Ocidente não. O preço do petróleo e do gás não pára de subir e a inflacção está lenta, mas seguramente, a destruir a competitividade económica da UE. A guerra que decorre na Ucrânia e que foi genialmente descrita pelo oficial naval russo, Andrei Martyanov, como sendo "uma operação policial de armas combinadas", é do ponto de vista monetário neutra, ou até mesmo lucrativa para a Rússia. 

As elites ocidentais, obviamente, começam agora a perceber a gravidade da situação em que elas próprias se colocaram e é por isso mesmo que já se começa a sentir o pânico e este pânico, começa a gerar e vai gerar cada vez mais divisões e conflitos entre as próprias elites dos EUA e da UE. A tão temida estagflação, que está já ao virar da esquina, vai ser uma consequência directa das sanções que a UE colocou contra a Rússia e esta estagfalção, em conjunto com a falta de gás russo que promete tornar o próximo inverno muito duro na Europa, vai inevitavelmente gerar revoltas sociais muito graves e potencialmente violentas, por toda a UE. Entretanto, a taxa de aprovação do Presidente Putin na Rússia, continua acima dos 80%. Qual é, já agora, a taxa de aprovação dos líderes pseudo-democratas da UE?... 

Um resto de Santo Domingo para todos. 😎

Força Rússia!  

A Destruição do Mosteiro de Svyatogorsk é um Crime Que Não Será Esquecido

 

O Mosteiro de Svyatogorsk, o único em madeira na Ucrânia e pertencente ao Patriarcado de Moscovo, foi ontem destruído de forma bárbara. A forma como ardeu e o momento, sugerem claramente que se tratou de fogo posto.

Não é necessário ser-se muito inteligente para se perceber que isto foi um acto de vingança crua, da parte do regime nazi ucraniano, contra o Patriarcado de Moscovo, que como é publicamente sabido, apoia abertamente a Operação Militar Especial que decorre na Ucrânia e que foi lançada, precisamente, para travar de vez este tipo de selvajaria sem limites, que desde 2014 tomou conta da Ucrânia. 

A destruição do Mosteiro de Svyatogorsk, não vai certamente ser esquecida e podem todos ter a certeza, tanto a criminosa NATO que patrocina e arma os nazis ucranianos, como as próprias Forças Armadas da Ucrânia, vão pagar o preço adequado por este e outros tantos crimes, que há demasiado tempo andam a cometer.


sábado, 4 de junho de 2022

Gonzalo Lira: Os Russos Vão Capturar Toda a Ucrânia

Um dos melhores analistas da actualidade dos acontecimentos na Ucrânia, Gonzalo Lira, mais uma vez, a acertar em cheio na mouche... 

À medida que os dias passam, torna-se cada vez mais claro como os EUA/UE/NATO, cometeram um tremendo erro ao provocar a presente guerra na Ucrânia, que muito provavelmente, como retaliação por todas as sanções e hostilidade do Ocidente para com a Federação Russa, vai acabar agora com a anexação total da Ucrânia, que deverá ficar concluída até ao Natal. Segue-se depois o resto da Europa, que também tem de ser desnazificada e desmilitarizada de uma vez por todas. Tal como disse Dmitry Medvedev há não muito tempo, o projecto russo de contenção e destruição da NATO e do Império Anglo-Sionista, tem ambições que vão de Lisboa a Vladivostok e este projecto, está assente num Eixo de poder militar e económico absolutamente brutal e imbatível, que começa em Moscovo, passa por Teerão e termina em Pequim.

Está a ser criado, neste preciso momento, um novo Mundo e toda uma nova ordem internacional, perante os nossos olhos e neste novo Mundo, que vai ser liderado principalmente pela Rússia e a China, os EUA serão relegados para um papel secundário nas questões internacionais, pelo simples motivo de que o hard power americano, vai ser neutralizado, a ponto de os EUA passarem a ser incapazes de intervir militarmente em qualquer lugar fora do espaço das Américas. 

O mito da invencibilidade militar americana, que foi muito cimentado pela vitória dos EUA na Guerra do Golfo em 1991, está já a ser estilhaçado em mil pedaços. A derrota na Síria e a humilhação no Afeganistão, foram apenas o primeiro passo. A Ucrânia é mais um passo, mas é um passo que vai fazer tremer a Europa e que, certamente, vai tirar o sono aos tarados sem honra, que actualmente passam respeitavelmente por "líderes" na UE. A futura reconquista da província rebelde de Taiwan, por parte da República Popular da China, ao que tudo indica, será o golpe final na máquina da guerra anglo-sionista, que vai assim sofrer um revés e uma humilhação, da qual dificilmente alguma vez irá conseguir recuperar.

A nova arquitectura de segurança internacional que o Eixo Sino-Russo está a criar, vai colocar um cordão sanitário militar em torno dos EUA e da NATO, que na prática, vai impedir quaisquer novas aventuras militares em nome da "democracia" e da "liberdade", ao estilo daquilo que vimos nas últimas décadas na Líbia, no Afeganistão, no Iraque e na Síria. O que isto significa, muito simplesmente, é que o Mundo e a Civilização, finalmente, vão ter Paz a sério

Não me esqueço, neste momento, daquilo que uma diplomata síria me disse aqui há uns anos, em viagem a caminho da Venezuela: "O Mundo inteiro está farto dos americanos e toda a gente que sabe aquilo que realmente se está a passar, quer os americanos fora dos seus países." Isto, meus caros leitores, é a mais pura das verdades e enquanto os portugueses não entenderem isto, ou seja, enquanto não entenderem que nós somos, de facto desde 1974, uma colónia dos EUA e de Israel, sem qualquer independência ou soberania reais, não iremos conseguir sair do imenso buraco em que nos enfiámos e a nossa situação apenas irá ficar pior e mais precária, a cada ano que passa. Esta regra aplica-se ao resto da Europa, que em maior ou menor escala, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, está inteiramente subjugada aos interesses de Washington e Telavive.

 

terça-feira, 31 de maio de 2022

Portugal, o Ultramar e a Guerra Fria: Uma Breve Reflexão


Podem-me acusar do "crime" de ser um pró-russo irredutível à vontade, que eu continuo a insistir: a melhor forma que Portugal tinha para garantir a integridade territorial do seu Império durante a Guerra Fria, teria sido através de uma aliança estratégica com a União Soviética.

Porque é que eu defendo esta tese, digamos, algo "exótica"? Porque, muito simplesmente, os nossos ditos "amigos e aliados" do Ocidente e da NATO, na realidade, sempre nos quiseram roubar e sempre fizeram de tudo, para subjugar e humilhar Portugal. A Rússia, pelo contrário, nunca nos fez mal nenhum e foi até em grande parte devido às pesadas perdas que a Rússia infligiu a Napoleão, que nós portugueses nos conseguimos libertar da escória francesa e da sua treta maçónica do "liberté, egalité, fraternité!"

A verdade é que desde as investidas de Castela, à carnificina da Primeira Guerra Mundial, passando pelas invasões de Napoleão, Portugal tem todos os motivos e mais alguns para se queixar e até mesmo virar as costas, a grande parte do Ocidente que, como a história já demonstrou sobejamente, não é confiável, nem honra os compromissos que assina. Ora, é precisamente por serem países que se encontram nas fronteiras da Europa e serem muito diferentes dos outros países europeus, que Portugal e a Rússia poderiam e deveriam de ter traçado um caminho comum durante a Guerra Fria e não só. 

Os portugueses e os russos, historicamente habituados ao velho espírito do "desenrasca" a qualquer custo, perante circunstâncias adversas, por mais estranho que isto possa parecer, são dois povos que têm em termos de mentalidade muito mais em comum, do que por exemplo com ingleses, alemães ou holandeses. O tipo de Colonialismo praticado pelos portugueses, foi também muito diferente daquele que foi praticado no resto da Europa e o mesmo se pode dizer do Imperialismo Russo, que muito à semelhança do português, nunca foi um Imperialismo racista ou xenófobo na sua essência e levou a religião cristã até Vladivostok, sem desrespeitar no geral os costumes e as tradições locais, que ao longo de séculos foram sendo absorvidas e integradas na grande Nação Russa. 

Salazar, obviamente, não entendia nada disto e mesmo que entendesse, pouca diferença faria, pois ele era demasiado anti-comunista e dogmático do ponto de vista ideológico, para mudar o rumo da sua política numa direcção pragmática e flexível o suficiente, de forma a procurar alianças estratégicas e garantias de segurança concretas, fora do Ocidente e muito menos, em países governados por regimes comunistas. Salazar foi portanto, não o único, mas o principal culpado pelo desfecho trágico que o Império Português teve nos idos de 1974-1975.

Foi o governo de Salazar que criou todos os problemas que Portugal teve com a URSS/Rússia, não só porque não se manteve devidamente neutro durante a Guerra Civil de Espanha, como ainda teve o desplante de apoiar Hitler na sua guerra contra Moscovo, de forma discreta, mas segura. A bofetada suprema na cara da União Soviética, que havia perdido mais de vinte milhões dos seus cidadãos a combater o Nazismo, foi a declaração de três dias de luto nacional da parte do governo português, pela morte do Führer que no fim, totalmente cercado pelo Exército Vermelho em Berlim, não teve outra opção a não ser enfiar com um tiro na própria mioleira. Salazar, certamente, não teve noção do grave insulto que praticou assim contra os soviéticos/russos, que orgulhosos como são e sempre foram, compreensivelmente juraram vingança contra Salazar e Portugal

É a partir do fim da Segunda Guerra Mundial e em consequência do apoio encapotado de Salazar a Hitler, que a União Soviética começa a preparar a sua grande e verdadeira retaliação contra Portugal. A entrada de Portugal na NATO e a sua aliança estratégica com os americanos e ingleses, só vieram agravar o desejo soviético de castigar Portugal e remover Salazar e a União Nacional do poder. Verdade seja dita, que nem tudo estava ainda perdido e quando começam os problemas em África, a melhor coisa que o governo de Salazar poderia ter feito, era entrar directamente em negociações com Moscovo e com o Partido Comunista Português, de forma a encontrar uma solução diplomática para o conflito, o mais rapidamente possível. 

Havia várias soluções e alternativas que podiam e deviam ter sido exploradas por Salazar, de forma a manter a integridade territorial de Portugal. O governo de Salazar, poderia, a título de exemplo, ter cedido a Moscovo bases militares em África e poderia também, ter celebrado acordos de ajuda mútua, tanto económica, como militar, em troca do apoio da URSS, para acabar de vez com o apoio aos movimentos ditos de "libertação" em África. Portugal não precisava, nem nunca precisou, de estar "orgulhosamente sós" e se o estava, era única e exclusivamente por culpa do professor de Santa Comba Dão, que não tinha o pragmatismo e a dinâmica política necessária, para governar um País com a dimensão e a diversidade cultural do "Portugal do Minho a Timor", muito menos num período tão exigente e conturbado em termos de relações internacionais, como foi o da Guerra Fria.

Hoje, em 2022, eu temo muito sinceramente pelo futuro de Portugal, que parece estar definitivamente condenado a um lento, mas gradual desaparecimento, se os traidores à Pátria e o regime pseudo-democrático que desde 1974 (des)governa Portugal, não forem batidos de vez para o caixote de lixo da história. Tal como na última Guerra Fria, mais uma vez, Portugal está a ser arrastado por maus caminhos pelos seus falsos "amigos e aliados" do Ocidente e da NATO. Portugal não é hoje um País independente e tem uma política económica, financeira e externa, que é decidida inteiramente por Washington e Bruxelas. 

O governo dito "português", na prática, não passa de um mero porta-voz do Império Anglo-Sionista, onde os interesses de Israel e da judiaria sionista internacional, têm sempre prioridade. 

Em termos defensivos, temos umas Forças Armadas que prestam um mau serviço à Pátria e que estão pejadas de oficiais carreiristas, vendidos e traidores, que parecem mais interessados em servir a criminosa NATO - que como todos sabemos é o braço armado dos Rothschild e das forças da Nova Ordem Mundial - do que em defender Portugal. Por fim, e como se tudo isto já não bastasse, graças à diplomacia externa do governo de António Costa, somos agora também um País considerado "hostil" pelo Eixo Sino-Russo, o que pode e vai necessariamente, acarretar sérias consequências negativas para o futuro de Portugal e dos Portugueses, se o regime em Lisboa, entretanto, não alterar a sua postura para com Moscovo e continuar a insistir em ser uma mera prostituta ao serviço dos interesses anglo-sionistas.

A grande Batalha que está hoje a ser travada no Mundo e no meio da qual países como Portugal se encontram, é uma Batalha existencial entre as forças da Civilização e as da Anti-Civilização:

https://thesaker.is/civilisation-and-anti-civilisation/

Portugal, escusado será dizê-lo, por via da sua errónea política de alianças geopolíticas, encontra-se neste momento do lado da Anti-Civilização e das forças negras de Satanás. Isto não é apenas trágico, mas certamente fatal no médio/longo prazo, se tudo continuar como está, no célebre "jardim à beira-mar plantado"...

quinta-feira, 26 de maio de 2022

E a Desintegração da Ucrânia Segue Dentro de Momentos...

 
 

Perante o colapso total das Forças Armadas da Ucrânia, que se avizinha para breve, face à intensidade e violência implacável da ofensiva russa, é de crer que algures dentro dos próximos três meses, a Ucrânia vai começar a desintegrar-se por completo e a Federação Russa, muito provavelmente, vai acabar mesmo por anexar todo o território da Ucrânia.

Se o Presidente Putin permitir a sobrevivência de uma Ucrânia "independente", essa mesma Ucrânia não tardará a transformar-se num furúnculo da NATO, à semelhança do Kosovo, que vai posteriormente ser utilizado como um viveiro para terroristas e organizações hostis à Federação Russa. Poucas dúvidas restam de que a melhor forma de partir de vez a cara aos palhaços dos governos da UE e dos EUA, é anexando totalmente a Ucrânia de uma vez por todas e colocando assim definitivamente fim a um problema que há muito se arrasta.

Não existem ucranianos. Existem russos que pensam que são "ucranianos", porque lhes meteram na cabeça o veneno do Nacionalismo chauvinista. É tão simples quanto isto. Não acreditam? Então peguem em qualquer livro de geografia ou mapa da Europa do século XIX ou XVIII e verão como não existe nenhuma "Ucrânia" ou referência a "ucranianos". A "Ucrânia" é uma fantasia e esta fantasia, ao que tudo indica, tem os dias contados.


quarta-feira, 25 de maio de 2022

António Costa, o Dono da Europa e do Nosso Dinheiro

 
 

Então pois claro está que faz todo o sentido o manhoso habilidoso ir dar 250 milhões de euros aos nazis da Ucrânia. Isto faz todo o sentido, principalmente num País como Portugal, onde há pensionistas a estalar de fome com pensões miseráveis e as escolas e os hospitais, carecem de recursos humanos e equipamentos essenciais. 

A sorte do manhoso habilidoso é que Portugal, verdadeiramente, não passa de um País de otários e cornos mansos. Mas lá está, os portugueses têm apenas aquilo que merecem. Da próxima vez que precisarem de uma consulta num hospital público e não houver médico, liguem para o Zelenski e o que ainda sobrar do Batalhão Azov, que esses é que resolvem o problema na hora.

 

terça-feira, 24 de maio de 2022

Maria Vieira, Incondicionalmente com Putin!


A Maria Vieira, agora só tem de convencer o seu amigo André Ventura, a deixar de ser um parolo ao serviço de Washington e dos interesses sionistas. Boa sorte com isso Maria Vieira... tu até podes estar incondicionalmente com Putin, mas o partido que tu apoias, está incondicionalmente com o inimigo não apenas da Rússia, mas também de Portugal e da própria Ucrânia. 

Beijocas para a parrachita 😘😘😘
 

Norman Finkelstein: A Rússia Tem o Direito Histórico a Invadir a Ucrânia

 
 

Norman Finkelstein, mais uma vez, a acertar em cheio na mouche. Este judeu sabe o que diz e sabe o que é que realmente está em causa na Ucrânia. Depois de toda a hostilidade que a NATO e o bando de tarados dos governos da UE e dos EUA, demonstraram nos últimos meses, a meu ver e creio que Norman Finkelstein também concordará com isto, a única resposta adequada a dar à NATO da parte da Federação Russa, é a anexação total e completa da Ucrânia. Ponto.

Pode ser que o palhaço polaco, Andrzej Duda, acalme de uma vez por todas, quando tiver os tanques russos estacionados na sua fronteira e se isto não bastar, há uma elevada possibilidade do Kremlin decidir atirar com mísseis Iskander e Kalibr, para cima das bases da NATO em solo polaco. Os animais vão ter de aprender a lição de uma vez por todas. A bem, ou a mal, a NATO vai deixar de constituir uma ameaça para a Federação Russa e o Mundo Civilizado. A Ucrânia é apenas o início e o lixo da NATO ou percebe a mensagem de vez e começa a recuar para a sarjeta de onde nunca devia de ter saído, ou vai haver violência e sangue a um nível e a uma escala sem precedentes.

 

segunda-feira, 23 de maio de 2022

E o Camarada Estaline Segue Para a Linha da Frente...

Militares russos colocam a bandeira de Estaline no carro de combate que lidera o assalto de uma companhia de tanques T-80BV na Ucrânia. A tropa do judeu Zelenski, mais a lixeirada da NATO ao serviço dos Rothschild, vão a partir de agora ser brindados com o "carinho" pessoal do camarada Estaline...
 

Os defensores mais acérrimos de Estaline, ainda hoje justificam o papel histórico do "Pai dos Povos", alegando que este "herdou a União Soviética com o arado e deixou-a com a bomba atómica", enquanto pelo meio foi forçado a combater uma guerra brutal, que levou à morte de mais de vinte milhões de cidadãos soviéticos. 

Gostem ou não de Josef Estaline, uma coisa é certa: ele foi o único dirigente soviético que teve os "tomates" no sítio, para fazer frente aos supremacistas judeus que tomaram conta da Rússia em consequência da Revolução de 1917. Sem querer desculpar ou justificar os abusos de Estaline, que foram muitos e variados, é um facto que se não fosse Estaline e as suas infames purgas da década de1930, os supremacistas judeus teriam levado à destruição total da Rússia e do povo russo. Talvez seja por isto que Estaline é hoje tão odiado e diabolizado, por uma certa historiografia "kosher" e politicamente correctíssima, que parece ter tomado completamente conta das academias ocidentais. 

Estaline é um fenómeno quiçá bastante estranho, cuja leitura histórica e biográfica se tona muito complexa de se fazer. Politicamente, Estaline é um paradoxo total e é por isto mesmo que ele permanece profundamente incompreendido no Ocidente.

A verdade é que Estaline tinha muito mais de nacionalista e patriota russo, do que propriamente de comunista e por isso mesmo é que no pós-Segunda Guerra Mundial, a elite anglo-sionista que até então tinha convivido em relativa harmonia com a URSS, entrou em paranoia total e tudo fez para destruir a União Soviética. O real medo da canalha de Wall Street nunca foi o Comunismo, mas sim, a emergência de uma Rússia forte e muito influente no Mundo. Foi para impedir isto que os Rothschild haviam financiado a Revolução Bolchevique e mandaram assassinar o Czar e toda a sua família, numa das páginas mais negras e trágicas da história russa. O objectivo era fragmentar e saquear a Rússia. Estaline conseguiu travar esta loucura à sua maneira, de forma brutal é verdade, mas travou e só por isso ele merece o seu devido reconhecimento histórico. Hoje, os descendentes dos supremacistas judeus que intentaram destruir a Rússia em 1917, voltaram à carga com toda a força e o objectivo é o mesmo de sempre: destruir a Rússia e saquear os recursos naturais da mesma, como meio para a posterior conquista e escravização total do Planeta e da Humanidade. 

A Nova Ordem Mundial "liberal" e "democrática", que Washington e Bruxelas agressivamente exportam, é satânica na sua raiz. Os soldados russos que estão hoje a combater na Ucrânia, apoiados por voluntários ocidentais que se têm distinguido pela sua imensa bravura e coragem, são inequivocamente a última linha de defesa que resta à Humanidade e à Civilização, para impedir o triunfo das forças globalistas. Vladimir Putin e o Rússia Unida, estão a lutar exactamente contra o mesmo inimigo que Josef Estaline e o Partido Comunista da União Soviética lutaram. Poucas dúvidas tenho de que esta guerra só vai terminar com a derrota total do Império Anglo-Sionista e das suas elites depravadas. Nada menos do que isto é aceitável ou sequer possível. O grave problema em que se transformou o Supremacismo Judaico/Sionismo Internacional e a sua rede planetária de agentes económicos, financeiros, mediáticos e políticos, tem de ser resolvido de uma vez por todas, da mesma forma e com a mesma ferocidade, com que Hitler e o Terceiro Reich foram erradicados do mapa. 

 
O emblema deste militar russo que combate na Ucrânia, diz tudo aquilo que a classe política degenerada do Ocidente precisa de saber: "Tenham calma e aguardem pelos russos!" 🇷🇺

sábado, 21 de maio de 2022

O Manhoso Habilidoso e o Sionista Filho da Puta


Como agente do poder sionista internacional que é, Zelenski esteve bem e defendeu bem os interesses do Imperio Anglo-Sionista e da Família Rothschild. Quanto ao manhoso habilidoso, pela fronha que apresenta, parece que o mesmo se deve ter esquecido da vaselina em Lisboa e por isso, teve de ser "a seco"...

Viva Portugal!

Porque é Que as Sanções Têm FALHADO Contra a RÚSSIA - Reportagem do Inside Russia

 
Se ainda não entenderam, esta cidadã russa ajuda-vos a entender porque é que as sanções do Ocidente contra a Rússia não só não funcionam, como ainda tornam a Rússia mais forte a todos os níveis, ao passo que fortalecem seriamente a popularidade do Presidente Putin.
 

A Federação Russa não está sozinha na sua luta épica contra o terrorismo internacional da NATO e a máfia anglo-sionista de Wall Street. A China está também a fazer um trabalho absolutamente essencial na frente económica, e o corajoso Irão também está a cumprir a sua parte em relação à situação na região em causa. Estas nações têm a capacidade, se necessário, de aumentar ainda muito mais o grau de dor e sofrimento que podem infligir ao Ocidente e à elite anglo-sionista e certamente, vão fazê-lo, se a situação assim o exigir. 

O "Sultão" Erdogan é bom que tenha juízo e continue a negar a entrada da Finlândia e da Noruega na NATO, caso contrário, a Rússia, a Síria, o Irão e todo o Eixo da Resistência, poderão ter de atingir a Turquia, tanto de forma assimétrica, como de forma directa e muito, muito dolorosa... 

Entretanto, todos os outros países livres do jugo anglo-sionista, estão a fazer mais ou menos o que podem para apoiar a Operação Militar Especial da Rússia na Ucrânia. No próximo Outono, quando o tempo esfriar, os estados vassalos europeus, especialmente os mini-estados como Portugal, vão muito possivelmente encontrar-se numa situação de completa miséria económica e à beira de revoltas internas, provocadas pela fome e a pobreza que prometem alastrar-se de forma descontrolada nos tempos mais próximos, especialmente por entre as camadas sociais mais desfavorecidas. A Federação Rússia, pelo contrário, vai ter os seus celeiros bem cheios e vai poder usufruir de gás, electricidade e combustível "ao preço da uva". Os "democratas" da tanga da UE, vão pagar ao cubo e de forma muito séria, pelos seus insultos e a sua agressão continuada, tanto contra o Presidente Putin, como contra todo o Mundo Russo. Lixo globalista e traidor como Ursula von der Leyen e Josep Borrell, vão ter de ser escorraçados dos seus cargos, derrotados e completamente humilhados. Nada menos do que isto é aceitável agora para o Eixo Sino-Russo.

Assim que a Ucrânia esteja totalmente libertada, ou seja, desnazificada e desmilitarizada, a Rússia deve conduzir ataques contra as bases de mísseis da NATO na Europa de Leste, se a NATO continuar a insistir em recusar recuar às suas fronteiras de 1997. A anexação da Lituânia poderá ser um passo necessário, para demonstrar na prática e perante o Mundo, como a NATO não passa de um "tigre de papel" e o famoso e tão badalado artigo 5º, nada mais é do que treta inútil. A NATO tem de ser brutalmente punida pelo banho de sangue que provocou na Ucrânia e eu tenho a certeza de que o Kremlin vai levar a cabo essa punição, custe o que custar e quer o Ocidente goste ou não. Esperem para ver...